Bolsa estará preparada para oferecer serviços de trading e pós-trading

O presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, afirmou que o processo relativo à fusão entre a companhia e a Cetip no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) corre dentro do normal e que a regulação brasileira está pronta para acomodar a concorrência nos mercados de trading (negociação) e pós-trading. “A bolsa está prontinha para também…

Escrito por: Conteúdo Estadão2 min de leitura
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O presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, afirmou que o processo relativo à fusão entre a companhia e a Cetip no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) corre dentro do normal e que a regulação brasileira está pronta para acomodar a concorrência nos mercados de trading (negociação) e pós-trading.

“A bolsa está prontinha para também oferecer serviços aos mercado, tanto na questão de trading quanto das clearings”, disse, afirmando que o serviço será ofertado a terceiros.

Como publicou o Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, a prestação de serviços de clearing e de central depositária a terceiros deve ser um dos ‘remédios’ a serem impostos pelo Cade para dar o sinal verde para a operação entre a BM&FBovespa e a Cetip.

De acordo com Edemir, é preciso esperar apenas a migração do mercado de ações para a clearing única em desenvolvimento pela BM&FBovespa. Ela ocorrerá em 1º de março e será a segunda das quatro clearings da Bolsa a ser integrada. A primeira foi a de derivativos, em agosto de 2014. Restarão ainda as clearings de câmbio e ativos, que o executivo espera ver integradas em um prazo mais curto.

Com a unificação do sistema, a BM&FBovespa calcula devolver entre R$ 15 bilhões e R$ 20 bilhões em garantias ao mercado. No caso dos derivativos o valor chegou a R$ 25 bilhões. “A clearing única tem eficiência e chama risco líquido, então há devolução para o mercado. O sistema passa a ser inteligente porque ele olha o portfólio como um todo, explicou após participar de evento em comemoração aos 40 anos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), no Rio.

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