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Prefeitura de SP avalia barreiras sanitárias para tentar evitar cepa indiana

A Prefeitura de São Paulo estuda a aplicação de barreiras sanitárias em pontos de entrada da cidade, como aeroportos e rodoviárias, para controlar a chegada de pessoas que possam estar contaminadas com a variante identificada pela primeira vez na Índia do novo coronavírus. O anúncio acontece um dia após o Maranhão ter confirmado o registro do primeiro caso da nova cepa.

Segundo o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), em nota, a Prefeitura de São Paulo fez uma indicação ao Ministério da Saúde para que já se atue com a prevenção. "O importante dessa questão é a forma com que toda a nossa equipe da Saúde, da Educação e da Assistência Social trabalha, que é atuando antes de acontecer. A gente não vai esperar acontecer para atuar", reforçou Nunes.

Nunes destacou também que a Prefeitura está preparada para abrir 250 novos leitos de UTI caso seja necessário e recobrou atenção às medidas de prevenção como uso de máscaras e da higienização. "O conceito da gestão Bruno Covas é trabalhar com a prevenção. Não vamos esperar acontecer para depois agir", destacou.

De acordo com nota da prefeitura paulistana, "a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), segue em alerta em relação à nova variante de SARS-CoV-2 proveniente da Índia, associada às linhagens B.1.617.1 e B.1.617.2, como variante de preocupação".

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