Caso PM Gisele Alves: novo laudo reforça que policial não cometeu suicídio

Documento da perícia aponta incompatibilidades com a hipótese de suicídio; tenente-coronel que era marido da vítima está preso

Escrito por: Rubens Baracho1 min de leitura
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Um laudo complementar da perícia reforçou que a policial militar Gisele Alves não cometeu suicídio. O documento, elaborado pelo Instituto de Criminalística de São Paulo, aponta elementos que contradizem a hipótese inicialmente considerada para a morte da agente.

Gisele Alves foi encontrada morta com um disparo de arma de fogo dentro do apartamento onde morava, em São Paulo. O caso inicialmente foi registrado como suicídio, mas a investigação passou a considerar a possibilidade de homicídio após a análise dos vestígios encontrados no local.

O principal suspeito é o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, que era marido da policial. Ele está preso e é investigado pela morte da PM. A defesa nega a acusação.

Segundo o laudo complementar, os vestígios analisados pelos peritos não são compatíveis com a dinâmica de um suicídio. A análise também reforça a suspeita de que a cena do crime possa ter sido modificada para sustentar inicialmente essa versão.

O caso segue sob investigação e deverá ser analisado pela Justiça. As conclusões da perícia devem integrar o conjunto de provas utilizado no processo para esclarecer as circunstâncias da morte da policial.