Fluence parece ser de outra era

O Renault Fluence que, na versão Privilège, tem tabela de R$ 83.949 (com teto solar e faróis de xenônio), é um dos poucos modelos que conseguem encarar o Corolla no quesito espaço interno. Seu porta-malas, por exemplo, é o maior desses dez sedãs, com 530 litros. Quem viaja no banco de trás também vai bem acomodado.

Escrito por: Ícaro Bedani2 min de leitura
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Porta-malas do Fluence é uma dos maiores da categoria com 530 litros

Divulgação

O Renault Fluence que, na versão Privilège, tem tabela de R$ 83.949 (com teto solar e faróis de xenônio), é um dos poucos modelos que conseguem encarar o Corolla no quesito espaço interno. Seu porta-malas, por exemplo, é o maior desses dez sedãs, com 530 litros. Quem viaja no banco de trás também vai bem acomodado.

Seu motor 2.0 16V flexível de até 143 cv é, além de ruidoso, “beberrão”. O câmbio CVT mantém a rotação do motor lá em cima e demora para fazer as trocas, contribui para isso.

Outro ponto negativo do sedã da Renault é a estabilidade. Sua carroceria tende a inclinar demais em curvas e é comum o motorista ser “jogado” para os lados em mudanças bruscas de trajetória. Os buracos, porém, são encarados com valentia.

O interior nem de longe encanta e os comandos são difíceis de alcançar, principalmente, os botões que controlam o rádio e o navegador GPS.

Nessa faixa de preço, o modelo deveria oferecer mais do que conforto e, ao menos, um bom motor. Chamar a atenção e ter ar de “carro de executivo” também tem de estar no pacote.

Mas tudo isso falta ao Fluence. Seu estilo, que receberá retoques em breve, não arranca suspiros de ninguém.

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