Governo de SP anuncia mais de R$ 500 milhões em linhas de crédito para o Litoral Norte

Objetivo é atender microempreendedores informais e empresas de pequeno e médio porte

Escrito por: Meon2 min de leitura
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O Governo de São Paulo vai implementar três linhas de crédito para auxiliar na recuperação da atividade econômica no Litoral Norte. Ao todo, serão disponibilizados mais de R$ 500 milhões, por meio do Banco do Povo e da Desenvolve SP. A medida é uma das ações para amenizar os impactos das fortes chuvas e consequentes deslizamentos de terra que atingiram a região.

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“Vamos ter uma ajuda financeira bastante robusta. Vamos irrigar a região com crédito. Isso vai ser muito importante nesse momento, principalmente para quem perdeu tudo nessa tragédia”, destacou o governador Tarcísio de Freitas.

A linha de crédito com maior volume de recursos disponibilizados é para os municípios do Litoral Norte e da Baixada Santista mais atingidos pelos desastres naturais. São R$ 283 milhões, por meio da Desenvolve SP, que ficarão à disposição de Bertioga, Caraguatatuba, Guarujá, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba – cidades que tiveram o estado de calamidade pública decretado pelo Governo de São Paulo.

As Prefeituras que acessarem esses recursos terão carência de 12 meses para o início do pagamento dos financiamentos. Serão acrescidos juros de 0,25% ao mês, mais a taxa Selic.

Já as empresas de pequeno e médio porte poderão ter acesso a até R$ 200 milhões em financiamentos disponibilizados pela Desenvolve SP. O prazo de carência para esta linha é 12 meses, com prazo de pagamento de até 5 anos. Os contratos firmados nesta linha de crédito serão acrescidos da taxa Selic e mais 0,57% ao mês nas parcelas.

Microempreendedores e empreendedores informais

Uma das linhas vai ter até R$ 30 milhões disponíveis para microempreendedores e empreendedores informais, por meio do Banco do Povo. Poderão ser contratados financiamentos de até R$ 21 mil. A carência para o início dos pagamentos será de 6 meses, com prazo de quitação dos créditos em 2 anos. Não serão cobradas taxas de juros dos mutuários.

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