Joalherias são alvos de criminosos em Guaratinguetá e Caçapava
Dupla é presa após perseguição e tiroteio com a Polícia Militar em Guará


Produtos de joalheria roubados em Guaratinguetá
Divulgação/Polícia Militar
Duas joalherias foram alvos de criminosos nesta terça-feira (17), nas cidades de Guaratinguetá e Caçapava. Em Guará, quatro homens realizaram o assalto e durante a fuga dois foram presos. Em Caçapava, a dupla envolvida continua foragida.
O primeiro caso aconteceu às 9h45, na praça Conselheiro Rodrigues Alves, no centro de Guará, quando quatro homens armados invadiram a joalheria ameaçando clientes e funcionários. A Polícia Militar foi acionada e ao chegar os suspeitos fugiram.
Os policiais conseguiram prender um dos envolvidos ainda no local. O restante da quadrilha foi perseguida por uma viatura até o km 16 da rodovia Paulo Virgilio, onde começou uma troca de tiros entre os criminosos e os policiais. Um tiro da PM acertou um dos pneus do carro dos suspeitos, que não conseguiu continuar a fuga.
Um homem foi preso e os outros dois conseguiram fugir pela mata ao lado da rodovia. Com os suspeitos foram apreendidos dois revólveres e produtos de furto de uma empresa de segurança de São Paulo e de uma loja de Caçapava.

Furto em joalheria no centro de Caçapava
Reprodução
Caçapava
Em Caçapava, uma joalheria localizada na praça da Bandeira foi furtada, por volta das 12h40. A dupla usou de um momento de distração com clientes para assaltar a vitrine da loja. Foram levados duas correntes de prata e ninguém ficou ferido durante a ação.
“O rapaz entrou na loja, enquanto um comparsa ficou no lado de fora dando cobertura. Ele conseguiu abrir a vitrine, enquanto as funcionárias estavam atendendo clientes. Não durou nem dois minutos”, relata a sócia-proprietária da loja, Micheli Diniz.
Para alertar os moradores e lojistas da cidade, a proprietária publicou em sua página da rede social um relato sobre furto. A postagem repercurtiu em novos relatos sobre furtos e roubos na região central e em toda a cidade de Caçapava.
A loja registrou boletim de ocorrência e disponibilizou as imagens da câmera de segurança para a Polícia Civil, que deve abrir um inquérito de investigação sobre o caso. “Isso aconteceu na parte da frente da loja, tinha muita gente passando e ninguém percebeu. Só notamos quando ele não quis o atendimento da funcionária e ela observou o mostruário vazio. É uma sensação de total insegurança”, completa Micheli.
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