Litoral Norte

Continuam as buscas pelo helicóptero desaparecido na região

Polícia Civil utiliza drones para auxiliar nos trabalhos

Escrito por Meon

06 JAN 2024 - 18H25 (Atualizada em 07 JAN 2024 - 14H06)

Reprodução

Uma aeronave do 2º Batalhão de Aviação do Exército (BAvEx), pertencente ao Comando de Aviação do Exército (CAvEx) com base em Taubaté, foi designada para participar das operações de busca do helicóptero que desapareceu ao deixar São Paulo em 31 de dezembro.

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Segundo informações do CAvEx, um helicóptero do modelo Pantera K2, de cor preta, aterrissou no aeroporto de São José dos Campos nesta sexta-feira (5). A aeronave aguarda orientações da Força Aérea Brasileira (FAB), responsável pela coordenação das operações de busca.

O Pantera K2 é tripulado por dois pilotos, um mecânico de voo e três militares da equipe de Busca e Salvamento. A aeronave e sua tripulação têm a capacidade de realizar operações noturnas, fazendo uso de Óculos de Visão Noturna (OVN).

As operações de busca foram iniciadas às 7h30 da manhã de segunda-feira (1º), conduzidas pelo Comando de Aviação da Polícia Militar (CavPM) e pela Força Aérea Brasileira (FAB).

DRONES

A Polícia Civil começou a utilizar drones para auxiliar nas buscas pelo helicóptero. Foi instalada uma base operacional em Paraibuna para concentrar os trabalhos de investigação.

Desaparecidos

Estavam no helicóptero Luciana Rodzewics, de 45 anos; a filha dela, Letícia Ayumi Rodzewics, de 20 anos; e Rafael Torres, amigo da família; e o piloto Cassiano Tete Teodoro, de 44 anos.

A equipe do grupamento aéreo da base de São Paulo, em cooperação com a Polícia Civil, está realizando sobrevoos na área para localizar a aeronave desaparecida. A área total das buscas é de 5 mil quilômetros quadrados

Em mensagem que o G1 teve acesso, enviada por Letícia ao namorado, ela diz que o helicóptero chegou a fazer um pouso de emergência antes de retomar o voo. Depois perderem o contato.

As autoridades responsáveis pelas operações de busca estão concentrando esforços na faixa geográfica entre Ilhabela e a Serra do Mar. 

Segundo a polícia, o helicóptero decolou às 13h15 do Campo de Marte, em São Paulo. O último contato foi às 15h10 do domingo (31).

SOBRE A VIAGEM

Em uma entrevista à Band, Silvia, irmã de Luciana, revelou que a viagem foi organizada por convite de Rafael, um amigo com quem a família não mantinha contato há mais de 15 anos. Para se encontrar com ele, as passageiras desistiram do plano de celebrar o Ano-Novo em família de última hora.

Silvia compartilhou: "Conversei com minha irmã por volta do meio-dia, pois ela estava planejando passar o Ano-Novo comigo na casa da minha sogra, e de repente cancelou tudo. Disse que não iria mais, que tinha outro passeio planejado, mas não mencionou que seria para Ilhabela."

MÃE E FILHA

Moradoras da capital paulista, de onde o voo partiu, Luciana e Letícia são autônomas. As duas moram no bairro do Limão, na zona norte de São Paulo. Letícia trabalha no ramo da estética e Luciana é vendedora. As duas aceitaram o convite do amigo Rafael, para fazer um passeio 'bate-volta' em Ilhabela.

Reprodução/Redes Sociais
Reprodução/Redes Sociais
Letícia e Luciana estão desaparecidas



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