Bolsas asiáticas fecham em baixa

As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta quinta-feira, em meio a preocupações globais que incluíram os recentes protestos pró-democracia em Hong Kong, a desaceleração da economia da China e o anúncio do primeiro caso de ebola nos EUA. Os mercados chineses e de Hong Kong, porém, continuaram fechados pelo segundo dia consecutivo devido a um…

Escrito por: Conteúdo Estadão2 min de leitura
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As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta quinta-feira, em meio a preocupações globais que incluíram os recentes protestos pró-democracia em Hong Kong, a desaceleração da economia da China e o anúncio do primeiro caso de ebola nos EUA. Os mercados chineses e de Hong Kong, porém, continuaram fechados pelo segundo dia consecutivo devido a um feriado local.

Na Coreia do Sul, o índice Kospi recuou 0,77%, a 1.976,16 pontos, enquanto em Taiwan, o Taiex cedeu 0,2%, a 8.975,19 pontos, reduzindo perdas de mais cedo após fundos apoiados pelo governo entrarem comprando nos mercados à vista e de futuros. Em Manila, o índice filipino PSEi mostrou queda mais pronunciada, de 1,0%, a 7.198,26 pontos, e em Cingapura, o FTSE Straits Times teve desempenho semelhante, com declínio de 1,08%, a 3.228,71 pontos.

Segundo Niall King, operador de vendas da CMC Markets, uma série de fatores negativos está afetando o apetite por ações, incluindo tensões geopolíticas em Hong Kong e na Ucrânia, temores em relação às economias chinesa e da zona do euro e o fato de o primeiro caso de ebola ter sido registrado nos EUA.

Além disso, King notou que o clima é de cautela na Ásia antes de o Banco Central Europeu (BCE) anunciar sua decisão de política monetária, na manhã de hoje, e de os EUA divulgarem o relatório de emprego de setembro, amanhã.

Na Oceania, o dia também foi de desvalorização na Bolsa de Sydney, parcialmente influenciada pela forte queda das bolsas em Nova York ontem. O índice australiano S&P/ASX 200 caiu 0,7%, a 5.297,70 pontos, pressionado por papéis do setor de energia, que recuaram em reação à fraqueza recente nos preços do petróleo. Com informações da Dow Jones Newswires.

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