Caixa tem entre 1,5% e 2% de exposição a empresas da Lava Jato, diz Jorge Hereda

A Caixa Econômica Federal tem entre cerca de 1,5% e 2% da sua carteira total de crédito de exposição a empresas envolvidas na Operação Lava Jato, que investiga denúncias de corrupção e cartel na Petrobras, de acordo com o atual presidente do banco, Jorge Hereda. Essa fatia, conforme ele, além de ser “pequena” está em linha com a apresentada por…

Escrito por: Conteúdo Estadão1 min de leitura
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A Caixa Econômica Federal tem entre cerca de 1,5% e 2% da sua carteira total de crédito de exposição a empresas envolvidas na Operação Lava Jato, que investiga denúncias de corrupção e cartel na Petrobras, de acordo com o atual presidente do banco, Jorge Hereda. Essa fatia, conforme ele, além de ser “pequena” está em linha com a apresentada por outras instituições bancárias.

“A maioria esmagadora desse crédito é project finance, com projetos específicos, blindados com garantias. Temos acompanhando (a Operação Lava Jato) com muita atenção, mas achamos que impacto para a Caixa não é significativo, é nada. Não tivemos impacto”, disse Hereda, em coletiva de imprensa, realizada na tarde desta quinta-feira, 12.

Também presente, a vice-presidente de Riscos da Caixa, Alexsandra Camelo Braga, afirmou que em geral os projetos para os quais a Caixa concedeu crédito e que têm empresas de grupos citados na Lava Jato são com sociedades de propósito específico (SPEs). “Nós, da área de risco, estamos acompanhando e avaliamos que o impacto na carteira de crédito é praticamente nulo, tanto que não fizemos nenhum reforço de provisão ou qualquer outra ação a não ser o acompanhamento e monitoramento muito próximo desses projetos e dessas empresas”, acrescentou.

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