Astro do Cake Boss diz que pode não voltar à confeitaria após acidente com a mão direita
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Buddy Valastro, 43, afirmou que pode não conseguir voltar à confeitaria após o acidente que sofreu em setembro. O astro do Cake Boss, reality show em que aparece fazendo bolos em formatos inusitados, ficou com a mão direita presa em armador de pino de boliche e já precisou fazer três cirurgias desde então. “Bem,…

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Buddy Valastro, 43, afirmou que pode não conseguir voltar à confeitaria após o acidente que sofreu em setembro. O astro do Cake Boss, reality show em que aparece fazendo bolos em formatos inusitados, ficou com a mão direita presa em armador de pino de boliche e já precisou fazer três cirurgias desde então.
“Bem, estou me sentindo bem, sabe, sinto que estou de bom humor, tentando olhar para o copo meio cheio ao invés do copo meio vazio”, disse ele ao programa americano Entertainment Tonight. “Vamos ao ponto positivo: ainda tenho minha mão direita. Eu poderia ter perdido os dedos e poderia ter passado pelo meu pulso e ficado muito pior. Então, estou levando isso dia após dia e bolo após bolo.”
“Agora, de forma realista, você sabe, as cicatrizes cicatrizaram, mas eu realmente não tenho tanto movimento, tanta força, destreza…”, contou. “Então, é realmente apenas uma questão de continuar a fazer a reabilitação. Eu diria que provavelmente estou, tipo, 10 ou 15 por cento da força que eu costumava ter…”
“Realmente vai ser uma questão de tempo para ver exatamente o que volta com os nervos também… E os nervos foram muito prejudicados”, afirmou. “Meus dedos estão meio dormentes no meio, sabe? Eles sempre vão ficar dormentes e rígidos… e veremos o que acontece.”
“Sinceramente, não sei o quanto poderei fazer”, confessou. “Usando a mão esquerda, tenho 30% da minha habilidade. Posso ser como um boxeador que tem coração, mas não tem mais as ferramentas, e espero que esse não seja o meu caso. Só o tempo dirá.”
“Mas é uma realidade, porque eu ainda coloco muito do meu toque nas coisas”, disse. “Mas, se eu não puder, eu não quero ser o treinador e só dizer: ‘Gente, façam isso, façam aquilo’. Não estou pronto para ficar de fora ainda, então não sei como será a transição ou de que forma coisas vão terminar.”
Valastro disse que ainda deve se submeter a mais cirurgias, a depender de como ficará após os próximos três meses de fisioterapia. O confeiteiro ficou com uma haste de metal cravada na mão durante o acidente e precisou de duas cirurgias apenas para retirar o objeto.
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