Nada como mudar a decoração do ambiente
Quem entra na sala desta casa nos Jardins não imagina que, antes de algumas modificações serem feitas pela empresa de serviços de reforma Ah! Sim, o lugar era apenas uma sala escura. Mas bastou uma nova pintura, recuperar piso e rodapé e criar pontos de luz para que o lugar se tornasse outro, completamente diferente, mas com a mesma estrutura. “Substituir ou renovar acabamentos causa um grande impacto no ambiente”, afirma a arquiteta Mariane Cunha, uma das responsáveis pela obra. Na sala de jantar, que também precisou de retoques, revestimentos naturais e móveis de madeira clara colaboram para iluminar o ambiente.


Varanda de Apartamento no Morumbi, arquiteta Marina Carvalho
Divulgação/MarinaCarvalho
Quem entra na sala desta casa nos Jardins, em São Paulo, não imagina que, antes de algumas modificações serem feitas pela empresa de serviços de reforma Ah! Sim, o lugar era apenas uma sala escura. Mas bastou uma nova pintura, recuperar piso e rodapé e criar pontos de luz para que o lugar se tornasse outro, completamente diferente, mas com a mesma estrutura. “Substituir ou renovar acabamentos causa um grande impacto no ambiente”, afirma a arquiteta Mariane Cunha, uma das responsáveis pela obra. Na sala de jantar, que também precisou de retoques, revestimentos naturais e móveis de madeira clara colaboram para iluminar o ambiente.
Para a arquiteta Marina Carvalho, nem sempre é preciso investir muito para deixar o espaço com cara nova. A varanda sem graça do apartamento do Morumbi repaginada por ela não precisou de obras. Ganhou marcenaria para abrigar um bar e painel de madeira para vasos. Outro lugar que precisava de uma forcinha estava na Vila Mariana. A sala de jantar de paredes beges não tinha nada a ver com o estilo dos moradores, mas cores novas nas paredes e móveis mais descolados transformaram o ambiente.
Mudanças também foram feitas no apartamento da Sarah Blue, de 21 anos. Ela fazia questão de ter uma parede para os amigos deixarem recados e uma decoração divertida, como sua personalidade. E não precisou de muitos móveis para dar o tom: “Gosto de ter espaço para circular e sentar no chão. Escolhi móveis de que realmente preciso, em versões compactas.”
No quarto alugado de Mariana Lopes a falta de espaço era o problema. Para ela, o lugar não tinha jeito. Mas, em uma parceria entre as marcas Farm e Oppa, o cômodo, em uma casa no Rio, renasceu. Tecidos na parede deram cor e a cama suspensa abriu espaço para a escrivaninha. Tudo em 4,60 m². Prova de que qualquer lugar, novo ou antigo, grande ou pequeno, tem jeito, sim.
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