Um paraíso chamado Morro de São Paulo

Localizada a cerca de 280 Km de Salvador (BA), a vila de Morro de São Paulo reúne várias praias e tem paisagens de tirar o fôlego. O destino é ideal para famílias que querem curtir as belezas naturais, ou para casais que querem escapar da correria do dia-a-dia.

Escrito por: Do Meon2 min de leitura
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Existe cobertura de telefonia celular e telefones públicos

Lívia Mota/Destino Brasil

O paraíso é muito mais perto do que se imagina. Localizada a cerca de 280 Km de Salvador (BA), a vila de Morro de São Paulo reúne várias praias e tem paisagens de tirar o fôlego. O destino é ideal para famílias que querem curtir as belezas naturais, ou para casais que querem escapar da correria do dia-a-dia.

Por estar situada em uma ilha, o acesso é feito apenas por barcos ou aviões. Partindo de Salvador, é possível ao visitante chegar ao local de catamarã (entre R$ 70 e R$ 75 por pessoa; duas horas de viagem), ou de avião (táxi aéreo. O preço depende do número de passageiros e a viagem dura cerca de 25 minutos).

As principais praias do Morro de São Paulo estão localizadas ao sul e têm o nome de: Primeira Praia, Segunda Praia, Terceira Praia, Quarta Praia e Quinta Praia, também conhecida como Praia do Encanto. Todas oferecem ao turista banhos em água morna e transparente. A Quarta e a Quinta praias, por serem um pouco mais afastadas, são praticamente desertas, o que proporciona ao visitante descanso garantido. Pra quem gosta de agitação, a dica é ir para a Segunda Praia, que tem badalação de dia e de noite.

Para os que não conseguem se desconectar, fica a dica: existe cobertura de telefonia celular e telefones públicos, bem como cybercafés com conexão à internet. Várias pousadas oferecem conexão wireless.

Outra dica importante: não existem agências bancárias em Morro de São Paulo, mas há um Caixa Automático do Banco do Brasil (no CIT), um BDN Bradesco (no Hotel Caitá) e uma Casa Lotérica (Caixa Econômica Federal). Então, é importante ter dinheiro vivo nas mãos. Apesar de os estabelecimentos aceitarem cartão de crédito, os artesãos que vendem sua arte nas ruas só negociam em dinheiro.

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