Boca Juniors sofre, mas bate Nacional nos pênaltis e vai à semi da Libertadores
O Boca Juniors sofreu na noite desta quinta-feira, mas conquistou sua vaga nas semifinais da Copa Libertadores. Após empatar por 1 a 1 no jogo de ida contra o Nacional, no Uruguai, o time argentino saiu atrás no placar em casa, mas buscou a igualdade em novo 1 a 1 e levou o confronto para os pênaltis, quando contou com grande atuação do goleiro…


O Boca Juniors sofreu na noite desta quinta-feira, mas conquistou sua vaga nas semifinais da Copa Libertadores. Após empatar por 1 a 1 no jogo de ida contra o Nacional, no Uruguai, o time argentino saiu atrás no placar em casa, mas buscou a igualdade em novo 1 a 1 e levou o confronto para os pênaltis, quando contou com grande atuação do goleiro Orión, responsável por três defesas.
Com a vaga assegurada na próxima fase, o Boca agora aguarda o resultado do duelo entre o Atlético Nacional e o Rosario Central, que vão se enfrentar ainda nesta noite. Mesmo do outro lado da chave, este confronto é importante por causa das regras da Conmebol, que evita finais com times do mesmo país.
Assim, se o argentino Rosario Central se classificar, será o próximo adversário do Boca. Caso o Rosario seja eliminado, o Boca manterá o percurso natural da sua chave, enfrentando o vencedor do duelo entre Pumas e Independiente Del Valle. Assim, o Atlético Nacional seria o rival do São Paulo na semifinal.
Após o empate no jogo de ida, o Boca contava com o apoio da torcida e com o ataque liderado por Carlitos Tevez para superar o Nacional com folga nesta quinta. Mas o ímpeto dos argentinos veio por terra quando o zagueiro Cata Díaz marcou contra as próprias redes, aos 20 minutos, ao tentar tirar cruzamento do ataque uruguaio.
Daí em diante, o Boca sofreu em campo, enquanto a torcida gritava das arquibancadas. Principalmente depois que Chávez perdeu chance incrível, aos 35 minutos. Sem marcação, na segunda trave, ele cabeceou para fora, quando o gol estava praticamente aberto.
Menos mal que o Nacional frequentava pouco o ataque. O time uruguaio não contou com Nico Lopez, seu jogador mais perigoso, por conta de lesão. Léo Gamalho, com passagens por times brasileiros, era a referência no ataque, sem assustar a defesa argentina. As duas equipes fizeram jogo duro, de forte marcação, com cinco cartões amarelos somente nos primeiros 30 minutos de jogo.
O sofrimento do Boca durou até 27 minutos da segunda etapa. Foi quando Pavón recebeu pela direita e bateu cruzado e rasteiro, vencendo o goleiro Esteban Conde. Só que um minuto depois o árbitro brasileiro Heber Roberto Lopes expulsou o atacante por comemorar tirando a camisa. Como já tinha amarelo, deixou o time da casa em desvantagem numérica.
O duelo acabou decidido nas penalidades. E novamente o Boca precisou reagir após sair atrás. Para tanto, contou com desempenho inspirado de Orión, que defendeu três cobranças do Nacional, a última na disputa direta, depois que cada time fizera cinco cobranças.
Posts Relacionados

Europa concentra maior número de casos de violência contra brasileiras no exterior

Discurso de Lula na Avibras, em Jacareí, provoca crise diplomática com o Paraguai

Novo tarifaço de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros entra em vigor
