CAF nega apoio a liberiano Musa Bility em eleição à presidência da Fifa
A Confederação Africana de Futebol (CAF) rejeitou de forma oficial, nesta quinta-feira, o pedido de apoio solicitado pelo liberiano Musa Bility, que contava com o respaldo da entidade como possível candidato à presidência da Fifa. Por meio de um comunicado, o organismo informou que o seu comitê executivo decidiu de “forma unânime” não apoiar a…

A Confederação Africana de Futebol (CAF) rejeitou de forma oficial, nesta quinta-feira, o pedido de apoio solicitado pelo liberiano Musa Bility, que contava com o respaldo da entidade como possível candidato à presidência da Fifa. Por meio de um comunicado, o organismo informou que o seu comitê executivo decidiu de “forma unânime” não apoiar a sua candidatura e “lhe desejou sorte” na tentativa de buscar o apoio necessário para poder se tornar um dos postulantes ao cargo na eleição que ocorrerá no próximo dia 26 de fevereiro.
A CAF informou que recebeu a solicitação de Bility nesta quinta, em encontro realizado no Cairo, no Egito, que contou com a presença de representantes de confederações nacionais do continente. O comunicado, por sinal, não mencionou possíveis candidatos da África ou de qualquer outro lugar que poderiam ser apoiados pela entidade.
O presidente da CAF, Issa Hayatou, que é um dos vice-presidentes da Fifa, e o empresário sul-africano Tokyo Sexwale, membro da força-tarefa contra discriminação da entidade máxima do futebol mundial, têm sido especulados como possíveis candidatos na eleição que servirá para ocupar o posto que será deixado por Joseph Blatter.
A CAF disse que seu comitê executivo quer ter mais tempo para estudar todas as opções entre os possíveis candidatos a serem apoiados pela entidade, que terá uma próxima reunião de sua cúpula em 27 de outubro, um dia depois do prazo final para apresentação de candidaturas à Fifa.
Até agora, Michel Platini, presidente da Uefa e ex-jogador francês, o brasileiro Zico e o sul-coreano Chung Mong-joon já manifestaram oficialmente a intenção de se tornarem candidatos à presidência da Fifa. Para poder estar apto a participar do pleito, o postulante ao cargo precisa ter o apoio oficial de pelo menos cinco federações nacionais filiadas à entidade máxima do futebol mundial.
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