Claudia Lage e Marcelo Labes são os vencedores do Prêmio SP de Literatura 2020
O Prêmio São Paulo de Literatura, um dos mais importantes do País, anunciou nesta quarta-feira, 9, os vencedores da edição deste ano: a escritora carioca Claudia Lage ganhou na categoria de melhor romance de ficção com a obra O Corpo Interminável (Editora Record), e o catarinense Marcelo Labes foi o escolhido na categoria melhor romance de…

O Prêmio São Paulo de Literatura, um dos mais importantes do País, anunciou nesta quarta-feira, 9, os vencedores da edição deste ano: a escritora carioca Claudia Lage ganhou na categoria de melhor romance de ficção com a obra O Corpo Interminável (Editora Record), e o catarinense Marcelo Labes foi o escolhido na categoria melhor romance de ficção de estreia, com o livro Paraízo-Paraguay, da Editora Caiaponte.
Cada ganhador receberá o prêmio de R$ 200 mil. A cerimônia está prevista para março de 2021. A premiação deste ano contou com curadoria do escritor e colunista do Estadão Ignácio de Loyola Brandão e da escritora e roteirista Ana Paula Maia, ganhadora do prêmio nas duas últimas edições, bem como dos críticos João Cezar de Castro Rocha e Martim Vasques da Cunha.
Responsável pela definição dos dois vencedores, o júri final do Prêmio São Paulo de Literatura foi composto pelos seguintes profissionais do segmento literário e do mercado editorial: Allison Leão, André de Leones, Camila Von Holdefer, Henrique Rodrigues, Karleno Bocarro, Maria Adélia Menegazzo, Mirna Queiroz, Paulo Cruz, Susana Scramim e Valéria Martins.
Claudia Lage nasceu no Rio de Janeiro, é escritora e roteirista. Formada em Teatro pela UniRio, em Letras pela UFF e mestre em Literatura pela PUC-Rio, foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura e do Prêmio Portugal Telecom (atual Oceanos). Marcelo Labes nasceu em Blumenau, Santa Catarina, é escritor e integrou a mostra Poesia Agora (edição carioca), em 2017. Foi finalista do Prêmio Jabuti 2019.
Os livros do Prêmio São Paulo de Literatura 2020:
‘O Corpo Interminável’
Em busca de suas origens, Daniel tenta reconstituir a história da mãe, uma guerrilheira desaparecida na ditadura civil-militar no Brasil, e a busca se expande.
‘Paraízo-Paraguay’
Olga, uma anciã que está à beira da morte, começa a falar de suas memórias da Guerra do Paraguai e da história da imigração alemão no sul do Brasil, contada sem romantismos ou idealizações.
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