Dupla de Taubaté reúne música eletrônica e instrumento indiano

Formado por Mário Gascó e Lucas Mercial, de Taubaté, o DesReal apresenta nesta terça-feira (3) um novo projeto musical na Fan Page da dupla no Facebook. Envolvendo música eletrônica e o sitar -instrumento indiano-, o mini álbum D-evolução tem quatro faixas com participação de nomes da música no Vale do Paraíba, como Lia Marques, Rita Oliva (Cabana Café) e Negão dos Santos (Grupo Paranga).

Escrito por: Leonardo Gonzaga2 min de leitura
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Lucas Mercial e Mário Gascó lançam mini álbum nesta terça-feira (3) na web

Divulgação/DesReal

Formado por Mário Gascó e Lucas Mercial, de Taubaté, o DesReal apresenta nesta terça-feira (3) um novo projeto musical na Fan Page da dupla no Facebook. Envolvendo música eletrônica e o sitar -instrumento indiano-, o mini álbum D-evolução tem quatro faixas com participação de nomes da música no Vale do Paraíba, como Lia Marques, Rita Oliva (Cabana Café) e Negão dos Santos (Grupo Paranga).

A produção conta a trajetória da vida na Terra, desde o surgimento subaquático. As faixas “Subvida”, “Vida Terrena”, “Vida Terráquea” e “D-evolução (Hiper-hipoteótico)” são interligadas e buscam questionar o darwinismo na raça humana.

“O diferencial de nosso som é o sitar, que é um instrumento exótico. Além disso, tenho o Lucas trabalhando na programação, trazemos a evolução da música e a liberdade de poder misturar todos os gêneros”, afirma Gascó que, além de tocar o instrumento indiano, é percussionista.

O músico explica a escolha pelo lançamento do projeto na web, deixando de lado o CD. “No primeiro momento, a gente achou interessante fazer um formato na web porque hoje você pode ver que o CD é apenas uma das plataformas que a música pode ser usada, mas a música é uma entidade que funciona em qualquer plataforma”, diz.

O novo modelo de trabalho visa à fusão do eletrônico e psicodélico com o velho instrumental para mostrar a diversidade musical da atualidade. “Antigamente você podia dizer ‘isso é rock’, ‘isso é samba’, mas hoje não. Tudo se mistura. Podemos pegar todos os gêneros e jogar no liquidificador, se tornando uma coisa só. É isso que queremos fazer”, afirma Gascó.

A ideia
Baterista da banda Café Cabana desde 2010, Gascó viajou para apresentar alguns shows nos Estados Unidos em 2012, quando descobriu o sitar e foi uma paixão a primeira vista.

“Durante a viagem para os Estados Unidos eu descobri o sitar e quando voltei para o Brasil, senti falta. Resolvi fazer algumas aulas pela internet e fui muito incentivado pelo Negão (Grupo Paranga), até que gravamos uma música para o mini álbum”, diz Gascó.

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