Organizada do Vasco invade CT e cobra jogadores e Sá Pinto
RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Integrantes de uma organizada do Vasco, a Ira Jovem, invadiram nesta quinta-feira (10) o centro de treinamento do clube em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro, e fizeram cobranças ao técnico Ricardo Sá Pinto e aos jogadores. Vídeos que circulam na internet mostram a chegada deles com acesso…

RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Integrantes de uma organizada do Vasco, a Ira Jovem, invadiram nesta quinta-feira (10) o centro de treinamento do clube em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro, e fizeram cobranças ao técnico Ricardo Sá Pinto e aos jogadores.
Vídeos que circulam na internet mostram a chegada deles com acesso aparentemente facilitado ao local, uma vez que um portão estava aberto. No diálogo com o grupo, Ricardo Sá Pinto tomou à frente na conversa e saiu em defesa do elenco, garantindo que não há falta de comprometimento.
“Pela minha felicidade, e digo de coração, não vejo essa gente a facilitar em nada -durante a semana no trabalho, na alimentação, no descanso e na vida privada. Tenho um grupo fantástico. Eu sou o máximo responsável. Quando eu não tiver condições, sou o primeiro a ir embora”, disse.
“A gente tem condições. Há um conjunto de fatores que não tem sido favorável. Muitos jogos que a gente não tem ganho, como tu sabes, demos muito azar, foram em detalhes. Tem a ver com coisas do jogo”, completou o português, conforme registrado por um dos vídeos viralizados.
O jovem atacante Talles Magno também foi cobrado e, em dado momento, acabou ameaçado por supostas fotos de conteúdo não revelado.
Em sua página no Instagram, a organizada classificou a ação como “visita surpresa” e justificou: “Apoiamos, avisamos e cobramos. Vocês não nos deram ouvidos e fugiram do maior patrimônio que somos nós, a torcida”, disse em um dos trechos.
Por meio de nota oficial, o Club de Regatas Vasco da Gama repudiou a invasão ao CT, dizendo ser “absolutamente injustificável que jogadores e comissão técnica sejam ameaçados e intimidados em seu local de trabalho”.
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