Interpol mostra preocupação com extremistas estrangeiros
A Interpol declarou nesta quinta-feira que o assassinato do jornalista norte-americano James Foley, decapitado na Síria por islâmicos radicais, mostra que é necessário um esforço internacional coordenado para combater a corrente de estrangeiros que estão se juntando a extremistas no Oriente Médio. O homem que matou o jornalista é a principal…

A Interpol declarou nesta quinta-feira que o assassinato do jornalista norte-americano James Foley, decapitado na Síria por islâmicos radicais, mostra que é necessário um esforço internacional coordenado para combater a corrente de estrangeiros que estão se juntando a extremistas no Oriente Médio.
O homem que matou o jornalista é a principal preocupação da agência de investigações criminais. Ele aparece vestido de preto em vídeo divulgado pelo Estado Islâmico na terça-feira e, segundo a agência, pode ser britânico. Se realmente for, diz a Interpol, reforça a necessidade de uma resposta contra esse movimento de combatentes estrangeiros que viajam para as zonas de conflito. A agência calcula que mais de mil extremistas europeus estão atuando na Síria e no Iraque.
Em comunicado, a Interpol afirmou que a morte de Foley é um exemplo de “perversidade” por parte do Estado Islâmico. “Também destaca uma situação de perigo para pessoas inocentes que estão na região”, diz o documento. Fonte: Associated Press.
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