‘O Pequeno Príncipe’ será exibido no Anima Mundi
Há uma overdose de animações nos cinemas brasileiros – e paulistas -, neste momento. Desde animações mainstream, como Divertida Mente, o novo filme da Pixar, e Minions, o preferido das crianças, até animações mais alternativas como Kiriku e os Homens e as Mulheres, do francês Michel Ocelot, e O Conto da Princesa Kaguya, do japonês Isao…

Há uma overdose de animações nos cinemas brasileiros – e paulistas -, neste momento. Desde animações mainstream, como Divertida Mente, o novo filme da Pixar, e Minions, o preferido das crianças, até animações mais alternativas como Kiriku e os Homens e as Mulheres, do francês Michel Ocelot, e O Conto da Princesa Kaguya, do japonês Isao Takahata. Como se não bastasse isso, e já é bastante, começa nesta sexta, 17, para o público, a etapa paulista do Anima Mundi, grande vitrine da animação no País. Dentro do Anima Mundi, haverá uma pré-estreia muito especial.
Na verdade, o movimento começa nesta quinta, 16, com o press day, o dia de imprensa, de O Pequeno Príncipe, que o diretor Mark Osborne adaptou do livro cultuado de Antoine de Saint-Exupéry. O próprio Osborne estará na cidade com dois dubladores brasileiros – Marcos Caruso e Larissa Manoela – para dar entrevistas e, nesta sexta, 17, finalmente, o público poderá ver o filme no quadro do Anima Mundi. A estreia, propriamente dita, num circuito que ainda está sendo arranjado, mas será grande, está apontada para 20 de agosto.
O Pequeno Príncipe teve sua estreia mundial no recente Festival de Cannes. Sua exibição foi precedida pela de Divertida Mente, de Pete Docter. Após o sucesso de crítica da apresentação de Divertida Mente – a animação da Pixar foi aplaudida de pé -, havia o temor de que O Pequeno Príncipe viesse a ser um anticlímax. Afinal, outra animação e agora adaptada de um livro que já tivera uma versão live action insatisfatória – havia motivos para apreensão. O próprio diretor Osborne, entrevistado em Cannes, confessou que tudo isso pesou muito, e quando os produtores lhe propuseram o filme, sua primeira resposta foi um sonoro ‘Não!’. Mas eles insistiram – ainda bem -, e Osborne começou a pensar que, se o desafio era imenso, a chance de adaptar um livro tão amado (e também tão polêmico, leia por quê) também era grande demais para ser desperdiçada. E ele terminou aceitando.
O convite, a vacilação e a aceitação ocorreram em 2010. A estreia mundial foi fixada em 2015. Passaram-se cinco anos de muito trabalho e O Pequeno Príncipe não apenas ficou pronto como fez bela figura no tapete vermelho de Cannes. E agora desembarca no Brasil, via Anima Mundi. Senhoras e senhores, o pequeno príncipe está chegando. Ei-lo que surge envolto na sua aura diáfana de extraterrestre que habita um asteroide longínquo. Mas não chega sozinho, e essa é a surpresa que você vai descobrir/decifrar nesta sexta. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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