Para Lula, Petrobras é uma briga do povo brasileiro

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira, 2, que não se pode permitir que “uma elite” tente destruir a imagem de uma empresa como a Petrobras. Lula afirmou que quando ele era presidente também se falava em CPI da Petrobrás. “Não podemos permitir que mentiras deslavadas sejam veiculadas todo dia muitas vezes sem dar o…

Escrito por: Conteúdo Estadão2 min de leitura
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O ex-presidente Lula durante a cerimônia de início da produção de petróleo do pré-sal

Ricardo Stuckert/ PR/ Fotos Públicas

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira, 2, que não se pode permitir que “uma elite” tente destruir a imagem de uma empresa como a Petrobras. Lula afirmou que quando ele era presidente também se falava em CPI da Petrobrás.

“Não podemos permitir que mentiras deslavadas sejam veiculadas todo dia muitas vezes sem dar o outro lado”, disse Lula durante a abertura oficial do 14º Encontro Nacional do PT, que acontece no Centro de Convenções do Anhembi, em São Paulo, e formalizou a pré-candidatura da presidente Dilma Rousseff. “A Petrobras é uma briga do povo brasileiro.”

O ex-presidente aproveitou o seu discurso para fazer diversas críticas à imprensa. “Nosso principal partido de oposição é a imprensa”, disse. Lula ponderou que é preciso apurar qualquer denúncia. “Temos que ter consciência: se alguém entre nós cometer um erro tem que pagar pelo erro que cometeu”, afirmou.

Em sua fala, o ex-presidente deu parabéns a Dilma pelo pronunciamento de 1º de maio. “Acho que os trabalhadores estavam precisando ouvir um discurso daquele. O PT estava precisando de um discurso daquele.” Lula comentou ainda a repercussão que o discurso teve na oposição. “Do lado de lá eles ficaram nervosos. Portanto, querida, faça mais”, afirmou, dirigindo-se a Dilma.

Lula fez uma rápida menção aos petistas presos no processo do mensalão e afirmou que há uma campanha na imprensa que não é contra “nossos companheiros presos, é contra o nosso partido”. Segundo Lula, o medo da oposição é de uma vitória de Dilma poderia dar chance de ele voltar em 2018. “Ficam dizendo se eu terei ou não saúde, que ainda vou estar vivo. Isso é uma insanidade”, disse.

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