Professor da Unitau contribui para o desempenho da seleção Iraniana na Copa

O Prof. Dr. Luciano Moreira Rosa, da Unitau (Universidade de Taubaté), atua como analista biomecânico no laboratório do Corinthians e durante a Copa do Mundo da Fifa 2014, foi emprestado à seleção do Irã para realizar a análise biomecânica dos atletas. Luciano participou na parte preventiva e na reabilitação dos atletas lesionados durante a preparação para o Mundial.

Escrito por: Rodrigo Ribeiro2 min de leitura
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Professor da Unitau contribui para o desempenho da seleção Iraniana na Copa (Divulgação/Unitau)

Professor da Unitau contribui para o desempenho da seleção Iraniana na Copa do Mundo de 2014

Divulgação/Unitau

O Prof. Dr. Luciano Moreira Rosa, da Unitau (Universidade de Taubaté), atua como analista biomecânico no laboratório do Corinthians e durante a Copa do Mundo da Fifa 2014, foi “emprestado” à seleção do Irã para realizar a análise biomecânica dos atletas. Luciano participou na parte preventiva e na reabilitação dos atletas lesionados durante a preparação para o Mundial.

A oportunidade de Luciano trabalhar com a seleção do Irã surgiu devido ao trabalho que vem desenvolvendo no Corinthians. “O chefe do departamento de fisioterapia do clube, Bruno Mazziotti, foi convidado pelo Prof. Carlos Queiroz, treinador da seleção do Irã, para coordenar toda parte de preparação final dos atletas e em seguida, ocorreu a minha convocação”, conta.

Luciano ministra aulas de biomecânica e prática traumato-ortopédica supervisionada na Unitau desde 2001 e acredita que o trabalho feito com a seleção iraniana foi uma experiência enriquecedora, que vai ser aproveitada também com os alunos.

O professor pretende comparar e discutir os casos clínicos apresentados pelos alunos, com os atletas de alto rendimento e também com situações que ocorrem em um torneio de alto nível esportivo, como a Copa do Mundo de futebol.

Em relação aos jogadores, Luciano conta que a preparação começou 90 dias antes da Copa e que os atletas são extremamente atenciosos e dedicados aos trabalhos propostos. “Mas a maior dificuldade é em relação ao trabalho de base e preventivo, que ainda é muito deficiente nos clubes iranianos”, explica.

O Irã foi derrotado pela Bósnia, no dia 25 de junho e foi eliminado do Mundial. Para o professor, a participação foi muito positiva, pois o trabalho proposto foi alcançado com êxito. “Reabilitamos um atleta que chegou com lesão do último campeonato na Áustria e fomos uma das únicas seleções que não teve um atleta substituído ou cortado devido a lesões”, conta.

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