Por Samuel Strazzer Em RMVale Atualizada em 11 JUN 2020 - 12H33

Prefeitura libera comércio nos finais de semana e feriados em Campos do Jordão

Hotéis podem funcionar com 40% da capacidade

Divulgação/PMCJ
Divulgação/PMCJ

O prefeito de Campos do Jordão, Fred Guidoni (PSDB), anunciou, nesta quarta-feira (10), que o comércio poderá ser aberto por quatro horas nos finais de semana e feriados e os hotéis poderão operar com até 40% da capacidade. A medida começa a valer já a partir de hoje, quinta-feira (11), primeiro dia do feriado prolongado.

O anúncio foi feito durando uma transmissão ao vivo no Facebook da prefeitura na noite desta quarta-feira. Durante o pronunciamento, empresários e lojistas da cidade fizeram uma manifestação e buzinaço em frente a prefeitura reivindicando a abertura do comércio.

A nova medida prevê que os hotéis poderão aumentar a ocupação para 40% e o comércio poderá abrir também nos finais de semana e feriado, durante 4 horas, das 13h às 17h.

No dia 29 de maio, Fred Guidoni havia autorizado o funcionamento dos hotéis com 20% da capacidade e a reabertura gradual do comércio por quatro horas diárias de segunda a sexta-feira, das 9h às 13h.

Segundo a prefeitura, as novas regras valem a partir de hoje, dia 11 de junho, e se enquadram no processo seguro de retomada da atividade econômica proposto pelo governo estadual.

Ricardo Castelfranchi, presidente da Associação Comercial, afirma que a medida era uma reivindicação dos empresários da cidade e pode ajudar, mas a situação econômica dos comércios ainda esta crítica.

“Conseguimos esse primeiro passo, é uma conquista nossa. A gente espera que ajude, mas a situação ainda esta complicada. [...] Sei que o ‘covid’ não é brincadeira, mas a situação econômica dos empresários também é crítica, está por um fio”, disse Ricardo.

O empresário diz ainda que houve auxílio do Governo aos funcionários, mas não diretamente aos estabelecimentos, que, segundo ele, tem problemas com diversos outros gastos acumulados durante o período em que ficaram fechados.

“Tem o apoio aos funcionários, então o Governo não ‘tá’ deixando de ajudar, mas através dos funcionários, porque ajuda para as empresas não teve”, afirma.

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