Taubaté programa ADL para combate ao Aedes aegypti
Em outubro do ano passado a ADL foi de 0,3; acima do nível de 1,5 há risco de epidemia


Durante a ADL, são coletadas amostras em imóveis escolhidos aleatoriamente
Divulgação / PMT
Agentes do CAS (Controle de Animais Sinantrópicos) de Taubaté iniciam na próxima segunda-feira, 2, a ADL (Análise de Densidade Larvária) para monitorar o índice de infestação de larvas do mosquito Aedes aegypti no município.
Para isto, seis equipes estarão distribuídas nas seis áreas nas quais Taubaté foi dividida, com a meta de vistoria de 600 imóveis cada. Durante a ADL, são coletadas amostras em imóveis escolhidos aleatoriamente em todas as regiões da cidade.
Os resultados obtidos geram o IB (Índice Breteau), um valor numérico que define a quantidade de insetos em fase de desenvolvimento encontrados nos locais vistoriados e permite saber em quais regiões da cidade há maior risco de transmissão.
O trabalho de controle é realizado, normalmente, nos meses de janeiro, julho e outubro. Em outubro do ano passado a ADL foi de 0,3. De acordo com o Ministério da Saúde, o índice de tranquilidade é 1,0 ou menos. Acima do nível de 1,5 há risco de epidemia.
A Secretaria de Saúde de Taubaté reforça a necessidade de conscientização da população, já que cabe às famílias o combate aos criadouros do mosquito responsável pela transmissão da dengue, zika e chikungunya.
De janeiro até agosto deste ano, Taubaté registrou 56 casos de dengue contra 3.295 casos no mesmo período do ano passado. O município não tem nenhum caso de zika em 2017. Até o momento foram confirmados 5 casos de chikungunya.
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