Usar a deficiência não é um bom negócio

Em todos os lugares, encontramos bons e maus profissionais, bons e maus motoristas e assim por diante. No caso de quem tem deficiência, também não é diferente. Sua condição não determina seu comportamento em sociedade.

Escrito por: Meon Redação2 min de leitura
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Em todos os lugares, encontramos bons e maus profissionais, bons e maus motoristas e assim por diante. No caso de quem tem deficiência, também não é diferente. Sua condição não determina seu comportamento em sociedade.

O fato de eu possuir deficiência me permitiu e permite conviver com várias pessoas com deficiência. Mesmo quando estou em meu ambiente de trabalho ou em algum lugar onde não estou com este foco, os questionamentos a respeito, histórias e as pessoas com deficiência chegam até mim.

Assim, acabo conhecendo muitas pessoas que se aproveitam de sua condição, ou de algum parente ou amigo, para se comportar de forma diferente do aceitável. Essas atitudes provocam, com o passar do tempo, atritos e problemas que precisam ser avaliados para que não sejam relevados com a “desculpa” da deficiência.

Isso vale para atitudes de pequenas ou grandes repercussões, como, por exemplo, o famoso folgado, que pede para que as outras pessoas façam tudo por ele. Ou aqueles que fazem tudo o que lhe vem à cabeça, sem medir as consequências, muitas vezes, apenas só para chamar a atenção para si.

Na busca da inclusão a cada dia mais plena, é necessário saber ponderar essas atitudes para que cada um seja reconhecido por suas qualidades pessoais, profissionais, sem que elas sejam justificadas pela deficiência.

Claro que sempre há exceções, mas que devem ter o devido acompanhamento profissional para que haja as devidas orientações.

Observação: como devem ter notado, preferi escrever de uma forma menos descontraída do que os artigos anteriores, isso porque considerei bastante delicado e não correr o risco de ser mal interpretado.

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