Acusado de matar metalúrgico a marretadas vai a júri em Taubaté

Após três anos do assassinato do metalúrgico Wilton Lopes da Silva, o réu Jean Carlos de Araújo, acusado do crime, vai a júri popular nesta terça-feira (9) em Taubaté. A família da vítima mobiliza familiares, amigos e populares para comparecerem à audiência no Fórum Criminal da cidade.

Escrito por: Do Meon2 min de leitura
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Após três anos do assassinato do metalúrgico Wilton Lopes da Silva, o réu Jean Carlos de Araújo, acusado do crime, vai a júri popular nesta terça-feira (9) em Taubaté. A família da vítima mobiliza familiares, amigos e populares para comparecerem à audiência no Fórum Criminal da cidade.

O crime aconteceu em 23 julho de 2011, no bairro Bela Vista, em Taubaté. O corpo de Wilton foi encontrado no dia 4 de agosto enterrado no quintal da casa de Araújo, com os pés e mãos amarrados, amordaçado e com um saco plástico na cabeça. Os dois eram colegas de trabalho.

Segundo Cesar Galves Mangini, advogado da família da vítima, as investigações da polícia concluíram que o crime foi premeditado. Araújo teria usado um perfil falso nas redes sociais, onde se passava por uma mulher, para marcar um encontro com a vítima.

Na época da prisão, o réu confessou o crime, mas afirmou que a motivação foi a cobrança de uma dívida de R$ 1.000 contraída meses antes. A acusado teria se irritado porque a vítima cobrou o pagamento da dívida e o matou a marretadas, após uma briga.

Silva responde à acusação em liberdade, pois foi solto do presídio de Taubaté após duas tentativas de videoconferência que falharam, entre a penitenciária e o Fórum Criminal de Taubaté, em dezembro de 2011. Na decisão, o juiz definiu o ato como um constrangimento para o preso e o libertou.

O advogado de defesa de Silva, Silvio Marcelo De Oliveira Mazzuia, não quis comentar sobre o caso.

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