Alunos de São José criam bateria para semáforo e mostram projeto em NY
Os alunos Cindy Lima, Ítalo Ferraz e Lucas Borges, da escola estadual Ilza Irma Moeller Coppio, de São José dos Campos, criaram um projeto de uma lombada geradora de energia chamada Sinal Verde. Em junho deste ano, os três representaram o Brasil na Genius Olympiad 2014, em Nova York, competição de ciência e tecnologia que reúne trabalhos de vários países.


Os alunos Cindy, Ítalo e Lucas, criaram uma lombada geradora de energia
Reprodução/Facebook/Ilza Irma Moeller Coppio
Os alunos Cindy Lima, Ítalo Ferraz e Lucas Borges, da escola estadual Ilza Irma Moeller Coppio, de São José dos Campos, criaram um projeto de uma lombada geradora de energia chamada Sinal Verde. Em junho deste ano, os três representaram o Brasil na Genius Olympiad 2014, em Nova York, competição de ciência e tecnologia que reúne trabalhos de vários países.
O sistema Sinal Verde foi projetado durante as aulas de iniciação científica e tem o objetivo de manter os semáforos ligados de modo sustentável e sem interrupções. Além da economia de gastos, a ferramenta também é útil em caso de falta de energia. “A falha nos semáforos em dias de chuva foi o que nos motivou”, conta Ítalo Ferraz.
“Quando o veículo passar pela lombada, vai transformar o peso dele em energia. Essa energia vai ser armazenada em bateria para evitar que o semáforo pare de funcionar quando ocorrer a falta de energia elétrica. Isso também pode ser expandido para a iluminação pública”, explica Ítalo.
A edição 2014 foi realizada do dia 15 a 20 de junho e selecionou para a disputa 328 projetos inovadores divididos nas categorias ciências, artes, design, textos e música. Para chegar até Nova York, Cindy, Ítalo e Lucas, foram vencedores da primeira Feira de Ciência das Escolas de Tempo Integral, realizada em novembro do ano passado, garantindo a vaga na competição internacional.
Apesar de não terem vencido a competição nos Estados Unidos, os alunos receberam menção honrosa da organização da competição e estão empenhados em melhorar o projeto. “Queremos dar continuidade ao projeto, aprimorar com ideias sustentáveis, materiais recicláveis. A gente pensa muito na qualidade de vida das pessoas e pensamos muito na aplicação real do projeto”, conta Cindy Lima.
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