Bebê que morreu no HU de Taubaté não estava com superbactéria, afirma Secretaria Estadual de Saúde

Bebê faleceu por mal formação congênita Divulgação/HU O bebê que faleceu na tarde da última sexta-feira (6) no HUT (Hospital Universitário de Taubaté) não morreu em decorrência da superbactéria. O recém-nascido S.D.A, de 40 dias, estava internado no hospital e segundo a Secretaria Estadual de Saúde, ele faleceu por uma doença congênita grave. A morte […]

Escrito por: Moisés Rosa2 min de leitura
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Bebê faleceu por mal formação congênita

Divulgação/HU

O bebê que faleceu na tarde da última sexta-feira (6) no HUT (Hospital Universitário de Taubaté) não morreu em decorrência da superbactéria. O recém-nascido S.D.A, de 40 dias, estava internado no hospital e segundo a Secretaria Estadual de Saúde, ele faleceu por uma doença congênita grave.

A morte do bebê foi atestada por falência múltipla dos órgãos, infecção neonatal e mal formação congênita. De acordo com a Secretaria de Saúde, o recém-nascido contraiu a superbactéria, mas eliminou a bactéria antes de falecer.

Em nota, o Hospital Universitário afirma que dois exames foram realizados no bebê e descartaram a infecção. “A unidade informa ainda que os dois últimos exames realizados para verificação da contaminação indicaram que o bebê não apresentava mais qualquer indício de bactéria”, informa a nota.

Além do bebê que faleceu, outros cinco estão isolados e um bebê ainda continua em tratamento para a infecção. Para investigar o caso, a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar está analisando os casos de infecção na unidade. “A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) do HU é atuante e investiga todos os casos de infecção hospitalar que ocorrem na unidade, adotando as providências cabíveis para que não haja a proliferação da infecção”, diz trecho da nota.

Ainda sobre a superbactéria, a unidade afirma “os procedimentos adotados para conter a proliferação das bactérias seguem, normalmente, um padrão em todas as unidades”.

Desinfecção
Após a liberação e transferência dos bebês, o governo estadual afirma que a UTI Neonatal do HU vai passar pelo processo de desinfecção. “Assim que as transferências ocorrerem ou os bebês receberem alta, a UTI Neonatal passará por um processo de desinfecção de materiais e equipamentos, o que deve durar cerca de uma semana. Nenhuma gestante em situação emergencial deixará de ser atendida durante esse período”, completa a Secretaria de Saúde, por meio de nota.

Morte
Uma outra recém-nascida também morreu após ser infectada pela superbactéria na UTI Neonatal. Segundo a pasta, a menina morreu por conta de outros problemas de saúde.

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