Câmara de Taubaté demite 59 servidores, depois de decisão do MP
A Câmara de Taubaté demitiu 59 servidores comissionados nesta quinta-feira (27). O corte foi reflexo da decisão da Vara da Fazenda Pública da cidade, em ação movida pelo Ministério Público.


Cortes representam economia de R$ 730 mil ao ano
Flávio Pereira/Meon
A Câmara de Taubaté demitiu 59 servidores comissionados nesta quinta-feira (27). O corte foi reflexo da decisão da Vara da Fazenda Pública da cidade, em ação movida pelo Ministério Público.
O corte de 39,59% dos cargos preenchidos sem concurso público representa uma economia de R$ 730 mil ao ano nas finanças da casa. Dos cargos, apenas 13 poderão ser preenchidos por outros servidores.
Entre as demissões, 12 eram cargos de assistente técnico legislativo, que foi considerado pela justiça como desvio de conduta e outros oito eram cargos administrativos, que só poderão ser preenchidos por concurso.
Além disso, foram demitidos 39 assessores parlamentares que não possuíam ensino superior. De acordo com a Justiça, por ser um cargo técnico, o nível de escolaridade é obrigatório. Dos vereadores, apenas Bilili de Angelis (PSDB), Vera Saba (PT) e João Vidal (PSB), não tiveram redução em suas equipes.
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