Escola de Jacareí ganha Biblioteca Futuro com Espaço Maker
Projeto na EMEF Silvio Silveira Mello Filho beneficiará mais de mil estudantes com acervo de 1.200 livros

A Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Silvio Silveira Mello Filho, localizada no bairro Jardim Santa Maria, em Jacareí, inaugura nesta quinta-feira (30), às 9h, o projeto “Biblioteca Futuro”. A iniciativa, que vai beneficiar diretamente 1.100 alunos dos anos iniciais do ensino fundamental, propõe transformar o tradicional espaço de leitura em um laboratório interativo de tecnologia e sustentabilidade.
O projeto é realizado pelo Instituto Cuidare, com patrocínio da Ardagh Metal Packaging (AMP) viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Além de um acervo literário com 1.200 novos livros, o ambiente foi projetado com forte apelo visual, jogos pedagógicos e instrumentos científicos focados na educação ambiental. Os estudantes poderão explorar na prática temas essenciais como os 5 Rs da sustentabilidade (Repensar, Recusar, Reduzir, Reutilizar e Reciclar), matrizes de energia renováveis e os ciclos da água e do alumínio.
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O grande destaque da Biblioteca Futuro é a implantação de um “Espaço Maker” (faça você mesmo). O local foi equipado para introduzir conceitos de robótica e programação na rotina dos alunos, contando com três notebooks, uma impressora, três kits LEGO Education Spike de última geração e óculos de Realidade Virtual (VR) Meta Quest.
A proposta é incentivar o pensamento crítico e a resolução de problemas, permitindo que os estudantes testem e aprimorem soluções criativas para os desafios contemporâneos.
“Participar do projeto representa um importante investimento na educação. A chegada de novos livros amplia o acesso à leitura, enquanto o espaço maker proporciona experiências práticas, estimula a criatividade e a inovação, tornando o ambiente escolar preparado para os desafios do futuro”, destaca Simone Savoldi, diretora da escola.
Segundo a Diretora de Sustentabilidade da AMP, Elisangela Matos, a inovação deste ano foi planejada de forma alinhada à realidade local. “O espaço maker foi concebido de acordo com as necessidades da escola. Inovar é também ouvir e desenvolver as necessidades locais”, explicou.
Foto: Divulgação
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