Univap adquire exoesqueleto de R$ 250 mil e impulsiona pesquisas
A RMVale ganhou um importante aliado para as pesquisas de reabilitação motora em pacientes que tiveram sua capacidade de movimentação debilitadas por conta de doenças como o AVC (Acidente Vascular Cerebral), câncer de mama ou acidentes que causam traumatismo craniano. O curso de fisioterapia da Univap (Universidade do Vale do Paraíba) adquiriu o primeiro exoesqueleto de uma universidade brasileira.


Universidade é a única do país a contar com a tecnologia que acelera a recuperação
Divulgação
A RMVale ganhou um importante aliado para as pesquisas de reabilitação motora em pacientes que tiveram sua capacidade de movimentação debilitadas por conta de doenças como o AVC (Acidente Vascular Cerebral), câncer de mama ou acidentes que causam traumatismo craniano. O curso de fisioterapia da Univap (Universidade do Vale do Paraíba) adquiriu o primeiro exoesqueleto de uma universidade brasileira por R$ 250 mil com verbas provenientes da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), órgão ligado ao governo federal.
O equipamento consiste em um suporte para o membro superior que, por meio de um exoesqueleto, permite um movimento assistido. O aparelho interage digitalmente com uma realidade virtual onde os movimentos feitos com a ajuda do exoesqueleto são reproduzidos na tela.
Nas sessões, os pacientes utilizam a atmosfera virtual para realizar movimentos que estimulam a recuperação, como levantar o braço para pegar uma maçã e coloca-la em um cesto.
De acordo com o coordenador do curso de fisioterapia da Univap, Mário Oliveira Lima, o exoesqueleto acelera a recuperação e facilita o monitoramento dos pacientes.
“O sistema regula os exercícios de acordo com a evolução dos pacientes, o que ajuda bastante a acelerar a recuperação. O fato de poder regular diferentes situações virtualmente é outro fator que influi bastante para que esse processo de recuperação seja mais rápido”, afirma.
A tecnologia vai ficar disponível para o desenvolvimento de pesquisas científicas na área. Entretanto, o coordenador do curso não descarta a utilização do exoesqueleto no atendimento à comunidade, que já é oferecido pela universidade.
“As pesquisas que serão realizadas com o exoesqueleto certamente atenderão pessoas que precisam do tratamento, assim como a Univap sempre fez”, afirma.
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