Vivendo a vida de braçadas por aí

Imagine poder aliar trabalho, esporte, diversão e melhor… Paixão! Privilégio para poucos, mas que requer muita regra e planejamento. Pelo menos, esses são os pré-requisitos básicos seguidos pelo engenheiro Rodolfo Leandro, que, aos 29 anos, tem no currículo cinco viagens de férias para destinos, como Califórnia, Costa Rica, El Salvador e Nicarágua só para desfrutar […]

Escrito por: Elaine Santos3 min de leitura
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Imagine poder aliar trabalho, esporte, diversão e melhor… Paixão! Privilégio para poucos, mas que requer muita regra e planejamento. Pelo menos, esses são os pré-requisitos básicos seguidos pelo engenheiro Rodolfo Leandro, que, aos 29 anos, tem no currículo cinco viagens de férias para destinos, como Califórnia, Costa Rica, El Salvador e Nicarágua só para desfrutar das melhores ondas e os mais memoráveis pores do sol.

Mesmo com tanta experiência em surfe internacional, ele se diz amador no esporte. Suas pranchas já o acompanham há muito tempo e, mesmo assim, as manobras são feitas por pura diversão. “Comecei ainda na infância com o bodyboard. Minha família tem casa em Caraguatatuba, e sempre que podia estávamos lá. Então, meu contato com o mar começou muito cedo”, conta ele que até hoje mantêm uma rotina assídua às praias mais próximas, em busca das ondas. “Quando não vou para outro país, frequento as praias no Litoral Norte. Praia Grande e Itamambuca, em Ubatuba e Guaecá e Maresias, em São Sebastião”, diz ele afirmando que a melhor praia é sempre aquela que tem onda em boa formação.

Já as viagens internacionais começaram há cerca de quatro anos. “Comecei a viajar quando pude pagar as minhas viagens, pois são caras, então, precisava economizar para poder aproveitar bem o local. Conheço Califórnia, Costa Rica, El Salvador e Nicarágua. As melhores ondas que surfei foram em El Salvador, mais precisamente no km 59 em Punta Roca, meu lugar preferido entre todos que já tive a oportunidade de surfar. Tenho vontade de conhecer Bali (Indonésia). É um lugar que ainda irei surfar, até já está na lista de próximo destino”, afirma o engenheiro, que mantém no passaporte pelo menos um carimbo por ano, só voltado ao surfe.

E é de uma dessas viagens em busca das melhores ondas que o jovem engenheiro tem na lembrança uma das mais belas experiências com a natureza. Não é conto de surfista, assim como histórias de pescador, segundo Rodolfo, o fato é real, e nunca mais será esquecido.

“Uma vez na Califórnia uma foca chegou bem do meu lado. Aqui no Brasil é comum ver tartaruga. Foca é um animal exótico e diferente. Outro momento que guardo na memória de intimidade com a natureza é o pôr do sol no mar do Pacífico. Não há nada igual. Ficar na água e ver o sol se pondo é simplesmente sem palavras, é quase uma adoração”.

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