Alcolumbre: proposta de militar seguirá junto com reforma, mas será votada depois
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), afirmou nesta quinta-feira, 14, que foi acordado com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que a proposta que deverá alterar as regras para a previdência dos militares vai caminhar junto com a da reforma da Previdência, mas será votada depois dela. O acordo, explicou, foi…

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), afirmou nesta quinta-feira, 14, que foi acordado com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que a proposta que deverá alterar as regras para a previdência dos militares vai caminhar junto com a da reforma da Previdência, mas será votada depois dela. O acordo, explicou, foi um compromisso que ele e Maia fizeram com os militares.
“Se a reforma for votada pela manhã, o projeto de lei dos militares vai ser votado à tarde. Se for votado num dia a reforma da Previdência, a dos militares vai ser no outro dia. Uma coisa é certa: o compromisso que nós assumimos nós vamos honrar”, afirmou a jornalistas pela manhã. Ele ainda disse que “amanhã ou no máximo segunda-feira esta matéria chega na Casa”.
Na segunda-feira, 11, líder do PSL na Câmara, delegado Waldir, afirmou que ficou estabelecido, em um diálogo com Maia, que a reforma dos militares só será votada no plenário da Câmara após a votação da PEC da Nova Previdência. Waldir, no entanto, não soube explicar se essa votação da PEC será no primeiro turno ou apenas no segundo.
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