Corinthians consegue na Justiça suspensão da penhora da taça do Mundial de 2012
O Corinthians emitiu nota oficial nesta sexta-feira para informar que a Justiça de São Paulo suspendeu a decisão de penhorar a taça do Mundial de Clubes da Fifa de 2012. O clube ainda divulgou o despacho do relator Paulo Pastore Filho que deu ao Instituto Santanense o prazo de 15 dias para se manifestar. “O Sport Club Corinthians Paulista…

O Corinthians emitiu nota oficial nesta sexta-feira para informar que a Justiça de São Paulo suspendeu a decisão de penhorar a taça do Mundial de Clubes da Fifa de 2012. O clube ainda divulgou o despacho do relator Paulo Pastore Filho que deu ao Instituto Santanense o prazo de 15 dias para se manifestar.
“O Sport Club Corinthians Paulista informa que a decisão que determinou a penhora da Taça do Mundial de Clubes de 2012 foi liminarmente suspensa por ordem do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP), que acatou o agravo de instrumento com pedido suspensivo interposto pelo clube”.
Na última quinta-feira, o juiz Luis Fernando Nardelli, da 3.ª Vara Cível de São Paulo, acatou o pedido do Instituto Santanense e determinou a penhora como garantia de que o clube pagará uma dívida de R$ 2,48 milhões.
O processo corre desde 2005 na Justiça. No dia 22 de outubro, houve uma primeira decisão favorável ao Instituto Santanense, que penhorava parte do prêmio que o Corinthians receberia pelo vice da Copa do Brasil. No entanto, a decisão chegou ao clube um dia depois de a CBF ter pago o valor integral.
O Instituto Santanense entrou na Justiça para cobrar dinheiro referente ao rompimento de uma parceria. O trato inicial era o Corinthians ceder parte do Parque São Jorge para que a universidade oferecesse aulas de Educação Física. O contrato foi quebrado por parte do clube, que arrendou o mesmo espaço a uma igreja.
Em setembro, houve uma audiência para tentar um acordo, mas não deu certo. Na ocasião, a universidade pedia R$ 4,1 milhões. O Corinthians cobra da universidade também uma dívida anterior, de 2008, referente ao patrocínio acertado e que não foi pago. O clube pede R$ 1,2 milhão.
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