Defesa de Bolsonaro pede internação amanhã e cirurgia na quinta (25)

Cirurgia de Bolsonaro entra na reta final após liberação do STF. Defesa pede agendamento e internação; Moraes nega domiciliar. Entenda.

Escrito por: Meon2 min de leitura
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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) entrou na fase decisiva para realização de uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral, com a defesa pedindo ao Supremo Tribunal Federal (STF) o agendamento do procedimento e os trâmites de internação no intervalo mais curto possível. A movimentação ocorre após autorização do ministro Alexandre de Moraes para que Bolsonaro seja levado ao hospital para a cirurgia, mantendo a custódia e rejeitando a conversão da pena em prisão domiciliar. 

A autorização do STF enquadra a intervenção como cirurgia eletiva, ou seja, com necessidade de programação prévia e comunicação formal de data e local por parte da defesa. O laudo médico citado nas reportagens aponta recomendação de operação, mas sem classificação de urgência, o que mantém o procedimento dentro de um rito de agendamento e logística com escolta e regras de custódia. 

A sequência mais recente no caso envolve pedidos da defesa para acelerar a execução do procedimento, em meio a relatos de dor e desconforto associados às hérnias. A Justiça autorizou a saída temporária para atendimento e cirurgia, mas negou o pedido de cumprimento em casa durante a recuperação, preservando a rotina de custódia e as condições definidas para deslocamento e internação. 

No mesmo contexto de saúde, Bolsonaro cancelou uma entrevista que estava marcada e havia sido autorizada judicialmente, alegando motivos médicos. A decisão de não conceder a entrevista ocorreu enquanto a defesa e a equipe médica trabalham na definição do cronograma do procedimento, em um período de alta repercussão política em Brasília e atenção redobrada sobre os próximos passos do caso no STF. 

A cirurgia deve ocorrer com internação e cuidados pré-operatórios em unidade hospitalar de Brasília, dentro do modelo já usado em deslocamentos autorizados pela Justiça. O STF mantém a exigência de comunicação formal do cronograma e das condições do procedimento, com preservação da custódia durante todo o processo. 

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