Fogos de artifício e pets: saiba como protegê-los
Aprenda técnicas para acalmar cães e gatos durante os fogos de artifício no Natal e Ano Novo

Com a chegada das festas de fim de ano, a tradição dos fogos de artifício torna-se um pesadelo para muitos tutores de animais de estimação. Devido à audição muito mais sensível que a humana, cães e gatos percebem as explosões como uma ameaça real, o que pode desencadear crises de pânico, desorientação e acidentes graves.
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Para garantir que o seu melhor amigo passe as festas em segurança, especialistas em comportamento animal destacam cuidados essenciais que devem ser tomados antes e durante a queima de fogos.
Prepare o Ambiente
O segredo está na antecipação. Não espere o primeiro estouro para agir:
Crie uma “Toca”: Escolha o cómodo mais isolado da casa. Coloque mantas, as caminhas habituais e até uma peça de roupa com o seu cheiro para que o animal se sinta protegido.
Abafamento Acústico: Feche janelas e cortinas para diminuir o impacto do som e evitar que os clarões assustem os pets.
Som Ambiente: Coloque música relaxante (existem playlists específicas para pets no YouTube/Spotify) ou ligue a televisão num volume médio para camuflar o barulho externo.
Tellington TTouch: Esta técnica consiste em atar uma faixa ao corpo do cão para que ele se sinta mais “abraçado” e seguro. A pressão leve estimula o sistema nervoso a relaxar.
Identificação é Vital: O risco de fuga aumenta drasticamente nesta época. Certifique-se de que o seu pet tem uma coleira com placa de identificação atualizada e, se possível, microchip.
Não Force o Contacto: Se o animal quiser esconder-se debaixo da cama ou num canto, deixe-o ficar. Forçá-lo a sair pode gerar agressividade por medo.
O que NUNCA fazer
Veterinários alertam para erros comuns que podem agravar a situação:
Nunca deixe o animal sozinho: A presença do tutor transmite confiança.
Evite correntes: Animais presos podem enforcar-se ou sofrer fraturas ao tentarem fugir do barulho.
Cuidado com a medicação: Nunca administre sedativos ou calmantes sem prescrição médica. Alguns fármacos podem impedir o animal de se mexer, mas mantêm a consciência intacta, o que aumenta ainda mais o pavor.
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