Gabriel Medina: “Meu foco é chegar no Havaí e vencer!”
A sensação do surf no momento, o sebastianense Gabriel Medina chegou ao Brasil nesta sexta-feira (24) e não teve tempo de descansar. Assim que desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos, Medina foi para um hotel ao lado do Aeroporto para conceder uma entrevista coletiva para vários jornalistas que lotaram o hotel.

A sensação do surfe no momento, o sebastianense Gabriel Medina, chegou ao Brasil nesta sexta-feira (24) e não teve tempo de descansar. Assim que desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos, Medina foi para um hotel ao lado do Aeroporto para conceder uma entrevista coletiva.
Mostrando segurança e confiança, Medina destacou a tranquilidade para a disputa do título mundial do WCT contra duas lendas do surfe mundial, o atual tri campeão Mick Fanning e o 11 vezes campeão mundial Kelly Slater.
“Na etapa do Havaí, os dois geralmente têm bons resultados. Este é meu quarto ano no WCT e meu foco é chegar no Havaí e vencer. Vou focar no meu trabalho e não pensar neles, vou para vencer” destacou Medina, que só precisa do terceiro lugar para conquistar o título.
O surfista sabe dos ótimos resultados que conquistou neste ano, mas diz que não sente pressão nesta última etapa, marcada para dezembro. “Meu último resultado poderia ter sido melhor, mesmo assim não sinto pressão alguma. Tenho só 20 anos mas já são 10 anos de carreira, se for da vontade de Deus, Ele sabe o que fazer. Eu vou para dar meu melhor, até porque sou brasileiro e não desisto nunca”.
Sobre a importância deste título, Gabriel destaca que seria muito importante para sua carreira, principalmente por estar disputando contra seu ídolo. “Ganhar seria muito importante pra minha carreira e para o Brasil. Especialmente por ser contra o Kelly Slater que, mesmo aos 42 anos, ainda está brigando pelo título. Estou vivendo um sonho, competindo com meus ídolos. Vencer seria demais” completou.
Gabriel também falou de sua carreira no surfe. Contou que começou a surfar com oito anos e aos 13 decidiu seguir carreira. “Meus pais me apoiavam, mas achavam que eu surfava por diversão. Com 13 anos falei que queria ser surfista profissional e campeão mundial, então meu pai falou: ‘Está bem, a gente vai treinar, competir e ter uma vida profissional, de atleta’, este foi meu primeiro apoio, eles foram os primeiros a acreditar”.
O pai e técnico Charles Medina, que também participou da entrevista, contou como funciona a preparação, e também coisas íntimas de sua vida com o filho. “Estamos conversando ao longo dos anos, o Gabriel não foi preparado este ano para ser campeão, essa preparação vem desde que era pequeno. Trabalhamos com profissionais gabaritados como médicos e preparadores físicos. Agora temos que manter a paz e a cabeça no lugar para transformar uma possível pressão em algo que nos empurre para a vitória, não vamos mudar muita coisa. Ele vai forte, surfando bem e, com certeza, acreditamos no título” disse.
Posts Relacionados

São José vence nos pênaltis e avança na Copa do Brasil Feminina

Jacareí vence o Prêmio Bicicleta Brasil 2025 em Brasília

