
31ª Bienal de São Paulo terá o brasileiro Tunga
“A imaginação é como o dinheiro da arte, é o que trocamos”, disse na semana passada, o curador escocês Charles Esche na primeira coletiva de imprensa que apresentou conceitos e artistas participantes da 31ª Bienal de São Paulo, prevista para ocorrer entre 6 de setembro e 7 de dezembro no Pavilhão Ciccillo Matarazzo no Parque do Ibirapuera. “Com a imaginação começa a transformação”, afirmou Esche, enumerando outros termos chaves, coletividade e conflito, como questões importantes na concepção da edição da mostra, uma Bienal que tratará de sociedade e contemporaneidade. “Arte pode não só mostrar, mas convocar.