Bandas Maglore e Gentileza apostam no formato tradicional do rock
Depois de um período de turbulência e alterações em sua formação original, os baianos do Maglore voltam à ativa em 2015. Com Teago Oliveira (voz e guitarra), Rodrigo Damatti (baixo) e Felipe Dieder (bateria), a banda apresenta no recém lançado álbum III um indie rock entremeado com gêneros da música popular brasileira. O novo disco mostra uma…

Depois de um período de turbulência e alterações em sua formação original, os baianos do Maglore voltam à ativa em 2015. Com Teago Oliveira (voz e guitarra), Rodrigo Damatti (baixo) e Felipe Dieder (bateria), a banda apresenta no recém lançado álbum III um indie rock entremeado com gêneros da música popular brasileira. O novo disco mostra uma banda mais madura musicalmente sem se esquecer do que sabe fazer melhor: rocknroll. “A gente nunca pensou em ser um power trio. Simplesmente aconteceu e conseguimos dar coesão ao nosso som”, diz o vocalista Teago Oliveira ao jornal O Estado de S.Paulo.
De Curitiba, a Banda Gentileza também retorna depois de um hiato considerável: passaram-se seis anos do álbum homônimo que a então despretensiosa banda lançou em 2009. Mas agora as coisas devem mudar. “Não queremos perder as oportunidades que perdemos da outra vez”, diz Heitor Humberto, vocalista, músico e compositor principal do grupo. A Gentileza vai levar para passear o novo Nem Vamos Tocar Nesse Assunto, disco que mantém os pontos positivos do primeiro – o rock popular que vai do samba aos Balcãs, costurado por letras impagáveis – e acrescenta os anos de maturidade e profissionalismo que separam os lançamentos.
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