Em longa, Pac-Man é vilão improvável
Em certo momento de Pixels, o personagem de Adam Sandler se mostra surpreso ao perceber que Pac-Man, o personagem-título do game Tohru Iwatani, “é um cara mau”. No filme, o personagem conhecido no Brasil como Come-Come é um vilão. Ou melhor, um dos guerreiros enviados por uma raça alienígena na tentativa de invadir o planeta. Se Pac-Man fosse…

Em certo momento de Pixels, o personagem de Adam Sandler se mostra surpreso ao perceber que Pac-Man, o personagem-título do game Tohru Iwatani, “é um cara mau”. No filme, o personagem conhecido no Brasil como Come-Come é um vilão. Ou melhor, um dos guerreiros enviados por uma raça alienígena na tentativa de invadir o planeta. Se Pac-Man fosse um game atual, uma mudança de lado, dos mocinhos para os bandidos, seria mais comum.
Os videogames de última geração, como Playstation 4 e Xbox One, apresentam personagens complexos e tramas cada vez mais cinematográficas e não dicotômicas. Exatamente o oposto de quando os games surgiram há mais de três décadas. “Os jogos dos anos 1980 eram divertidos de assistir, mesmo que fossem um monte de triângulos e círculos na tela. Era algo bem mais amigável”, conta Adam Sandler, protagonista do longa de Chris Columbus.
Ele garante que as crianças, seus filhos inclusive, conhecem personagens como Pac-Man e Donkey Kong, mesmo que não tenham experimentado os jogos originais.
Todos os quatro protagonistas do longa, Sandler, Kevin James, Peter Dinklage e Josh Gad mantêm grandes lembranças com os jogos de videogame na infância. “Ir aos arcades era um evento, era onde estavam as garotas”, relembra James. O Pac-Man de hoje, contudo, não é mais aquele e pode devorar a mão do próprio criador, como no filme. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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