Nado sincronizado do Brasil fica em 10º na rotina livre combinada em Kazan
A equipe brasileira de nado sincronizado ficou em 10º lugar na rotina livre combinada no Mundial de Esportes Aquáticos, disputado em Kazan, na Rússia. Neste sábado, o time nacional se saiu melhor na final do que nas eliminatórias e somou 84.800 pontos, contra 84.100 pontos na fase anterior. A medalha de ouro ficou com as anfitriãs russas, com…

A equipe brasileira de nado sincronizado ficou em 10º lugar na rotina livre combinada no Mundial de Esportes Aquáticos, disputado em Kazan, na Rússia. Neste sábado, o time nacional se saiu melhor na final do que nas eliminatórias e somou 84.800 pontos, contra 84.100 pontos na fase anterior.
A medalha de ouro ficou com as anfitriãs russas, com 98.300 pontos. A China faturou a prata, com 96.200 pontos, e o Japão levou o bronze, com 93.800. O time brasileiro foi representado por Beatriz e Branca Feres, Giovana Stephan, Juliana Damico, Lara Teixeira, Lorena Molinos, Maria Bruno, Maria Clara Coutinho, Pamela Nogueira e Sabrine Lowy.
“Hoje nadamos bem melhor do que fizemos nas eliminatórias. A nota também subiu e estamos sempre querendo mais. Gostamos muito dessa nossa rotina e competir com a arquibancada cheia é sempre especial. No Rio vai ser ainda melhor”, avaliou Pamela Nogueira.
“Saímos com a sensação de missão cumprida. A nossa equipe cresceu muito durante a competição. Viemos de um período longo de treinamentos e já estávamos evoluindo, mas nessa competição, em especial, o grupo ficou mais unido e conseguimos fazer boas performances em todas as coreografias”, disse Sabrine Lowy.
A disputa deste sábado encerrou a competição do nado sincronizado no Mundial de Kazan. E o Brasil concluiu sua participação com resultados consistentes. Foi a quatro finais em cinco disputas em que o time nacional esteve na Rússia.
“O saldo foi bastante positivo. Conseguimos quatro finais em uma competição muito forte, entre as melhores do mundo, um ano antes da Olimpíada. O dueto se destacou bastante, ao conquistar uma vaga na final, em uma prova muito difícil. As equipes também evoluíram, as atletas estão ganhando mais experiência. Estamos com duas coreografias novas e as notas subiram bastante do Pan-Americano para cá”, comentou Maura Xavier, técnica da equipe brasileira de nado sincronizado.
Se o Brasil surpreendeu, a Rússia confirmou seu domínio no nado sincronizado. A equipe anfitriã liderou com folga o quadro de medalhas da modalidade, com nove medalhas, sendo oito delas de ouro. Os Estados Unidos ficaram em segundo, com apenas um triunfo e uma prata. As chinesas terminaram em terceiro no quadro, com sete medalhas, sendo seis de prata e uma de bronze.
SALTOS ORNAMENTAIS – O Brasil teve participação discreta nos saltos, neste sábado. Jackson Rondinelli, que substituiu de última hora o veterano Hugo Parisi,, e Isaac Souza, de apenas 16, não avançaram à semifinal na plataforma de 10 metros. Com 318,55 pontos, Rondinelli obteve a 40ª colocação, enquanto Souza (352,25 pontos) foi o 36º entre 48 participantes, ficando longe da vaga na fase seguinte da disputa.
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