PSG domina e garante no 1º tempo a vitória na Supercopa da França contra o Lyon
A equipe de estrelas do Paris Saint-Germain usou apenas o primeiro tempo para garantir mais um título na sua galeria de troféus. Com gols de Aurier e Cavani, o time parisiense venceu o Lyon por 2 a 0 e conquistou a Supercopa da França, em partida disputada em Montreal, no Canadá. O time de Paris não contou com o Thiago Motta e os argentinos…

A equipe de estrelas do Paris Saint-Germain usou apenas o primeiro tempo para garantir mais um título na sua galeria de troféus. Com gols de Aurier e Cavani, o time parisiense venceu o Lyon por 2 a 0 e conquistou a Supercopa da França, em partida disputada em Montreal, no Canadá.
O time de Paris não contou com o Thiago Motta e os argentinos Pastore e Lavezzi. A equipe foi comandada pela habitual classe de Ibrahimovic, pelo oportunismo de Cavani e pela habilidade do brasileiro Lucas. Com este trio dominando as ações, o controle da bola ficou com o PSG desde o início do duelo. E o gol não demorou para sair.
Aos 11, em um lance bem trabalhado pelo ataque do time de Paris, o marfinense Serge Aurier deixou a cabeça firme e completou para as redes para marcar seu primeiro gol oficial pelo PSG.
Mesmo em desvantagem, o Lyon continuou sem ações ofensivas e deixou muitos espaços para Ibrahimovic e Cavani, que aproveitou para deixar o seu e definir o placar da final. Em chute forte do sueco, o goleiro Lopes, do Lyon, não conseguiu segurar e Cavani, no rebote, completou para o gol, aos 17 minutos de jogo.
Após o segundo gol, o PSG só não ampliou graças ao trabalho memorável de Lopes, que impediu o gol em lances com Cavani, Ibrahimovic e Jallet. Antes do intervalo, em jogada de Lucas, Rabiot chutou cruzado e a bola alcançou Ibrahimovic, que bateu firme para outra defesa difícil do goleiro do Lyon. No rebote, Matuidi perdeu a chance mais clara da partida, ao chutar por cima da trave.
Na segunda etapa, o panorama não foi alterado. Somente aos 64 minutos, quando Gonalons, do Lyon, tomou seu segundo cartão amarelo por uma entrada desnecessária em Ibrahimovic. Com o controle das ações, o time de Paris fez a bola rolar sem criar oportunidades mais agudas de gol até o apito final.
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