Tabu em Brasília: Messi não balança as redes de Courtois há sete jogos

Parece mentira, mas os mundos do futebol e das histórias em quadrinhos têm coisas em comum. Suspense, emoção, façanhas inesperadas e, é claro, uma marcada diferenciação entre heróis e vilões. Mas as semelhanças não acabam por aí.

Escrito por: Meon Redação2 min de leitura
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Goleiro da Bélgica afirma “Sei muito bem como jogar contra o Messi”

Getty Images/Fifa.com/Divulgação

Parece mentira, mas os mundos do futebol e das histórias em quadrinhos têm coisas em comum. Suspense, emoção, façanhas inesperadas e, é claro, uma marcada diferenciação entre heróis e vilões. Mas as semelhanças não acabam por aí.

No mundo da bola, os poderosos também têm o seu ponto fraco. É o caso de Lionel Messi, herói absoluto da Argentina no Brasil 2014. O jogador nascido em Rosário ficará frente a frente no próximo sábado, 5 de julho, com Thibaut Courtois, o goleiro belga contra quem não fez gol nos últimos sete jogos.

“Sei muito bem como jogar contra o Messi”, afirma o arqueiro de 1,98 metro de altura e apenas 22 anos, destaque do Atlético de Madri de Diego Simeone que superou o Barcelona na última temporada. E é bom acreditar: o argentino, que lhe anotou seis tentos nos primeiros confrontos, parece ter perdido a magia a cada vez que se encontra com o longilíneo guarda-redes.

O último gol de Messi contra Courtois saiu em 16 de dezembro de 2012. Desde então, já se passaram sete jogos pelo Campeonato Espanhol, Liga dos Campeões e Supercopa Espanhola. O argentino teve até a oportunidade de comemorar com uma penalidade máxima, mas o arremate na Supercopa bateu no travessão em um jogo que ficou zerado.

“O bom de conhecê-lo tanto é que já nem preciso mais ver vídeos dele”, destacou o goleiro à ESPN. “Apesar de que vê-los não serviria de nada porque o Messi é simplesmente imprevisível. Quando quer arrematar e encontra um espaço, não perdoa. Só me resta estar concentrado o tempo todo.”

Mesmo assim, entre os argentinos só há otimismo. Carlos Bilardo, que dirigiu a Argentina que venceu a Bélgica no caminho rumo ao título no México 1986, não hesita em afirmar à Fifa que “Messi é o melhor jogador do mundo na atualidade e será tão importante quanto foi até agora”.

Está tudo pronto para o duelo em Brasília: Messi, autor de quatro gols e uma assistência na campanha alviceleste, diante de Courtois, que tomou apenas dois gols nos primeiros quatro jogos dos belgas. Heróis ou vilões, como nas histórias em quadrinhos. Conheceremos muito em breve quem é quem nesta história.

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