Manifesto pede restauração da antiga Igreja Matriz de Redenção da Serra

População e organizações públicas estarão no local no domingo

Escrito por: Meon Redação2 min de leitura
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Prédio da antiga igreja matriz foi tombado em 1982 pelo Condephaat

Divulgação

Moradores de Redenção da Serra participarão, no próximo domingo, dia 19, do evento “Salvem Minha História – Manifesto pela Restauração e Revitalização da Antiga Igreja Matriz”, localizada no antigo núcleo urbano, que na década de 1970 foi coberta pelas águas da represa de Paraibuna.

O prédio da igreja e da antiga prefeitura, tombados pelo Condephaat, são alguns dos remanescentes da cidade velha, como é conhecido o local. O manifesto marca a reabertura do prédio à população, após passar por obras de salvaguarda realizadas pela Cesp.

A movimentação, que está sendo organizada pelo Instituto Cultural Santa Cruz do Paiolinho – referência ao primeiro nome da cidade – terá início às 10h, na praça da Matriz no atual centro urbano com a concentração dos participantes que depois seguirão em caminhada até o antigo templo, onde, às 11h, será celebrada missa pelo Padre Afonso Lobato.

Em seguida, representantes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Condephaat, Cesp, Universidade de Taubaté (Unitau) e do próprio Instituto Paiolinho farão uma “roda de conversa” com a população sobre o patrimônio e além de uma explanação sobre as obras recentemente realizadas pela Cesp no local.

“Vamos fazer um abaixo-assinado para manifestar a ansiedade da população em ver a Igreja restaurada e revitalizada. As obras realizadas recentemente pela Cesp foram muito importantes, mas o processo de restauração precisa ser concluído”, afirma a professora Ana Néri do Carmo de Faria, presidente do Instituto Paiolinho.

Histórico

O prédio da antiga igreja matriz, assim como o prédio da prefeitura foram tombados pelo Condephaat em 1982, mas nunca foram restaurados. Por diversas vezes o prédio mostrou sinais de deterioração e ameaças de queda, principalmente por conta da ação das chuvas sobre a estrutura de taipa. Essa previsão veio a ocorrer em dezembro de 2015, quando uma das paredes acabou ruindo por causa das chuvas intensas daquela ocasião.

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