Por Jogando Juntos Em Regional Atualizada em 24 MAR 2020 - 17H58

Paralisação do futebol segue sugerindo histórias sobre os times da região

No Especial sobre a temporada 89 do São José, a sequência de vitórias que reabilitou e embalou a equipe

Na sequência da história do São José na temporada 1989, destaque para quatro vitórias seguidas que embalaram o time no Paulistão e deixaram a torcida animada e confiante. Vieram depois das derrotas nas duas primeiras rodadas.

Logo após a segunda, em um domingo, o São José teve pouco tempo para encontrar soluções. Na noite de quarta-feira, dia 1 de março, recebeu o XV de Jaú que vinha embalado por uma goleada de 4 a 1 sobre o Santo André e depois de uma estreia com derrota para o São Paulo, no Morumbi, por 3 a 1.

Sem contar com o centroavante Toni, contundido, o técnico Waldemar Carabina escalou o meia Tita e a velocidade do trio de atacantes funcionou no primeiro tempo. Amarildo, que antes era o destaque do Americano de Campos em partidas contra os grandes do Rio de Janeiro, fez o seu primeiro e único gol pelo São José, aos 21 minutos.

No segundo tempo, Tita ampliou, aos 23 e mesmo com o atacante Pongaí fazendo para o XV de Jaú, aos 40, o São José soube proteger o reabilitador placar de 2 a 1.

O time joseense atuou com: Rafael; Marcelo, Juninho, André Luís e Joãozinho; Fabiano, Henrique (Tonho) e Vander Luiz; Amarildo, Tita e Marcinho. No banco de reservas permaneceram: Luís Henrique, Bira, Eugênio e Manó.

O XV de Jaú, do técnico Homero Cavalheiro: Jair; Edinho, Edvaldo, Tetila e Toninho Paraná; Márcio, Adriano (Marcinho) e Élcio; Rodolfo (Pongaí), Níveo e Paulinho.

No estádio Martins Pereira, 2.786 torcedores pagantes e arbitragem de Dagoberto Teixeira e os assistentes Epitácio Pinheiro Rodrigues e Luiz Fernando Almeida Lopes.

O outro XV

No domingo seguinte, dia 5, o São José foi visitar o XV de Piracicaba e com 2.490 pagantes no estádio Barão de Serra Negra. O adversário estava pressionado por duas derrotas iniciais e um empate no terceiro jogo.

O primeiro tempo foi de forte marcação predominante e com raras oportunidades de gol. Já no segundo, a movimentação foi intensa e destacou o meio-campista joseense Henrique, que fez 1 a 0, aos 7 minutos e marcou novamente, aos 17.

No entanto, como o XV diminuiu a desvantagem logo em seguida, com o atacante Marquinhos, aos 18, os joseenses tiveram que conter a tentativa de reação do adversário, até Vander Luís fazer 3 a 1, aos 34 minutos.

O São José, do técnico Waldemar Carabina. jogou com: Rafael; Marcelo, Juninho, André Luís e Bira; Fabiano, Henrique (Tonho) e Vander Luiz; Amarildo (Tita), Toni e Marcinho. Permaneceram no banco: Luiz Henrique, Eugênio e Serginho.

O XV de Piracicaba, do técnico Urubatão Calvo Nunes: Eduardo; Flavinho, Biluca (Estevam), Laércio e Rubem Furtembach; Aírton, Barbosa e Ica; Carlinhos, Sabará e Márcio Fernandes (Marquinhos).

O árbitro foi Joaquim Carlos Caetano, com os assistentes Sidney Eduardo de Lima e João Carlos Faria de Lima.

Em casa

Os dois resultados positivos deixaram a torcida joseense animada e 6.308 pagantes estiveram no quinto jogo, no dia 12 de marco, um domingo. O visitante Mogi Mirim vinha de duas vitórias nas rodadas iniciais e duas derrotas nas recentes.

Naquela de procurar um gol logo no inicio para deixar a partida menos complicada, o São José foi eficiente. Pressão e o zagueiro André Luís, indo à frente, abriu o placar, aos 5 minutos. O Mogi Mirim deu trabalho, mas depois que o artilheiro Toni fez o seu primeiro gol no campeonato, aos 13 do segundo tempo, o time joseense mostrou que estava preparado para outros resultados expressivos.

O placar final de 2 a 0 teve a arbitragem de Flávio de Carvalho e com assistentes Paulo Roberto Garbe e Manoel Gil Gomes.

O São José, do técnico Waldemar Carabina, contou com: Rafael; Marcelo, Juninho, André Luís e Joãozinho; Fabiano, Henrique e Vander Luiz; Tita, Toni (Tonho) e Marcinho. Permaneceram no banco: Luiz Henrique, Marquinhos Capixaba, Eugênio e Serginho.

Goleada história

Na sexta partida pelo campeonato, três dias depois, a quarta vitória consecutiva veio com um resultado expressivo. Na quarta-feira do dia 15 de março, visita ao Noroeste de Bauru e goleada por 4 a 0.

No estádio Alfredo de Castilho, 3.658 pagantes queriam uma reação do time da casa que acumulava derrotas nas cinco partidas disputadas, contra Palmeiras, Bragantino, São Bento, São Paulo e Santo André.

Sabendo explorar a crise do adversário, o São José deixou a vitória encaminhada ainda no primeiro tempo, com dois gols do artilheiro Toni, aos 5 minutos e aos 40. Logo no início da segunda etapa, Vander Luiz fez o terceiro, aos 7 e Tita, aos 23, fechou a contagem.

O técnico Waldemar Carabina escalou: Rafael; Marcelo, Juninho, André Luís e Joãozinho; Fabiano, Henrique (Marquinhos Capixaba) e Vander Luiz; Tita (Tonho), Toni e Marcinho. Ficaram no banco: Luiz Henrique, Bira e Eugênio.

O Noroeste, do técnico Paulo Emílio: João Carlos; Carlos Alberto, Juliano (Modesto), Maurício e Paulo Mendes; Fabinho (André), Josemar e Doni; Amilton, Edmilson e Nenê. O árbitro foi Almir Ricci Peixoto Laguna, com os assistentes Francisco Fernandes e Willian Valdeir Zacarias.

A invencibilidade de cinco jogo do São José foi quebrada em uma partida de sete gols e fora de casa. Virá na Parte 3. Até lá.

Acervo do Museu do Esporte de São José
Acervo do Museu do Esporte de São José
Amarildo, Tita e Toni no jogo de estreia do São José


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