
Mãe de cadeirante reivindica melhorias em serviço de transporte público
Depois de esperar duas horas no centro de São Sebastião por um ônibus com rampa elevatória a caminho da Costa Norte e ser convidada a descer do coletivo por motivos de segurança, com a filha de nove anos, cadeirante, poucos quilômetros depois, Catiane Pacheco dos Santos disse ter chegado ao seu limite. “Tive que descer no Porto Grande porque o cinto de segurança que deveria prender a cadeira no ônibus estava quebrado e até a minha casa são muitas curvas e poderia colocar a minha filha em situação de risco”, disse.