Daniel Nunes Gonçalves

Daniel Nunes Gonçalves

12 publicações

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Cultura

Já é Natal na Islândia?

Quem desembarcar a partir de outubro na pequena capital Reykjavik (lê-se Reiquiavique), onde vive a maioria dos 320 mil islandeses, vai achar que o Natal já chegou. É que, para amenizar a escuridão cada vez maior (em 24 de dezembro, o país costuma ter só duas horas de sol), a cidade já se enche de luzes coloridas. E a decoração inspirada em 13 papais noéis travessos é apenas mais uma peculiaridade desse lugar único.

Escrito por: Daniel Nunes Gonçalves
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Os ritmos em destaque na Islândia de Björk

“Onde está Björk?”. O adesivo colado no vidro de uma loja de Reykjavik dá voz ao desejo de muitos dos viajantes que passeiam entre as ruas estreitas da cidade. Cruzar com a moradora mais famosa da ilha é realmente possível: eu mesmo compartilhei o balcão do bar Boston com ela quatro anos atrás.

Escrito por: Daniel Nunes Gonçalves
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Islândia: paisagem diversa e quase ficcional

É preciso ter ao menos uma semana para explorar um pouco da imensa diversidade natural da Islândia. De Reykjavik partem tours de um dia pelas atrações do chamado Círculo Dourado (gêiseres, Gullfoss e Pingvellir), aventuras de quadriciclo por fotogênicos campos de lava, caminhadas em glaciares e minicruzeiros para avistar baleias e as aves chamadas puffins.

Escrito por: Daniel Nunes Gonçalves
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Islândia tem senha para ver a inesquecível dança iluminada

Estávamos no fim do jantar quando um grupo de hóspedes invadiu o restaurante do Hotel Rangá aos gritos: “Northern lights! Northern lights!”. As mesas se esvaziaram tão rápido que parecia até incêndio: em segundos, tínhamos corrido todos para o lado de fora em busca das “luzes do norte”, como são chamadas as auroras boreais.

Escrito por: Daniel Nunes Gonçalves
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Islândia: turismo pelos cenários cinematográficos

As paisagens de cinema da Islândia têm atraído mais estrangeiros por outra razão relevante: elas passaram a ser mostradas nas telas de Hollywood. Isso porque, depois da kreppa, o governo reduziu as taxas cobradas pela produção cinematográfica e passou a incentivar as filmagens na ilha:

Escrito por: Daniel Nunes Gonçalves
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Islândia: a natureza selvagem do vulcão

Eyjafjallajökull. Não conseguiu ler? Então pode chamar apenas de “o vulcão de 2010” e todo mundo vai entender. Este sujeito foi o responsável pela maior paralisação do tráfego aéreo da história recente. Por ao menos cinco dias no mês de abril daquele ano, ele interditou a maior parte do céu europeu em função das cinzas, provocou o cancelamento de 104 mil voos e causou um prejuízo de 1,7 bilhão às companhias aéreas.

Escrito por: Daniel Nunes Gonçalves
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Islândia, onde a força da natureza é atração turística

A aurora boreal e um vulcão em erupção nos mesmos espaço e tempo. Existe um lugar onde é possível ter as duas experiências exatamente agora: a Islândia. Desde agosto, o Holuhraun tem cuspido lava incandescente para fora da cratera, avermelhando o céu sobre a brancura absoluta de campo gelo que o rodeia, o Vatnajökull, maior glaciar da Europa.

Escrito por: Daniel Nunes Gonçalves
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Etiópia: café é orgulho nacional

Nativo das montanhas de Kaffa, perto da fronteira com o Sudão, o café foi uma das maiores contribuições da Etiópia para a sociedade em geral. Pesquisadores acreditam que já era bebido ali no século 10 a.C., e teria ganhado o mundo a partir das relações estreitas da antiga Abissínia com o Egito e o mundo árabe.

Escrito por: Daniel Nunes Gonçalves
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Lalibela: o cristianismo na Etiópia

Uma multidão de véus brancos se destaca na escuridão das ruas de terra de Lalibela como se levitasse silenciosamente. Jogo o foco da lanterna sobre meu relógio, que marca 4h30 da manhã e, em seguida, ilumino as almas que caminham ao meu lado. São seguidores do cristianismo ortodoxo, que se instalou na Etiópia no século 4 d.C., e que têm o mesmo destino que eu: as igrejas escavadas em pedra, no século 12, nessa charmosa cidade de montanha no norte do país. Pela quantidade de gente, parece que boa parte dos 15 mil lalibelenses, muitos deles moradores da zona rural, não se importa de sair de casa antes do nascer do sol. Afinal, na chamada “Jerusalém africana”, todo dia é dia de reza.

Escrito por: Daniel Nunes Gonçalves
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Roteiros tradicionais são imperdíveis no Egito

Ainda que a passagem pelo Cairo seja só de dois ou três dias, há bons motivos para conhecer a face bonita da capital egípcia. Saqueado por alguns revolucionários em 2011 – mas logo defendido por outros, que formaram uma corrente humana de proteção em seu entorno -, o Museu do Egito é obrigatório.

Escrito por: Daniel Nunes Gonçalves
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Egito: um país em plena metamorfose

Grafites fortes nos muros entorno do campus da universidade Daniel Nunes Gonçalves/Estadão Conteúdo O trânsito do Cairo ainda recebe os visitantes com seu caos peculiar, as pirâmides e a Esfinge continuam ladeando o mar de prédios logo ali em Gizé, a 20 quilômetros, e o Museu do Egito vai sempre deixar boquiaberto quem olhar de […]

Escrito por: Daniel Nunes Gonçalves