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Ibovespa avança acima de 104 mil pontos com redução de perdas em NY

Após abrir em alta nesta quarta-feira, 24, ainda no nível dos 103 mil pontos, o Ibovespa vem renovando máximas, à medida que os mercados de ações em Nova York reduzem as perdas e até mesmo mudam o sinal de baixa para elevação. É o caso do Nasdaq e do S&P, que têm ligeiro ganho, perto da estabilidade. Há perspectiva de avanço nas conversas entre Estados Unidos e China. Às 11h39, o Ibovespa subia 0,76%, na máxima, aos 104.497,34 pontos.

A Casa Branca divulgou comunicado em que confirma a retomada das negociações comerciais com Pequim a partir de 30 de julho em Xangai.

O principal índice à vista da B3 avança acima 104 mil pontos, a despeito da expectativa de anúncio de liberação de recursos das contas do FGTS, limitados a até R$ 500. Conforme operadores, a notícia já influenciara os negócios e, por ora, não tende a afetar as ações do setor de consumo na bolsa.

"Vamos ver como ficarão os detalhes do FGTS, mas pode ser que venham dentro do imaginado, do que já fora noticiado, sem causar muito impacto sobre os negócios", diz o economista Silvio Campos Neto, sócio da Tendências Consultoria Integrada.

Na B3, os investidores continuam retirando recursos. Na sexta-feira (19), foram retirados R$ 690,663 milhões. Neste mês, o saldo de capital estrangeiro na bolsa está negativo em R$ 3,137 bilhões e em R$ 7,038 bilhões em 2019.

Os investidores acompanharão à tarde a divulgação dos detalhes da medida que libera recursos do FGTS. Os saques terão limite de R$ 500,00 por conta, conforme confirmou nesta manhã o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, em entrevista à Rádio Gaúcha. A medida, junto com a liberação do PIS/Pasep, deve injetar cerca de R$ 30 bilhões na economia brasileira neste ano e em torno de R$ 12 bilhões em 2020, totalizando R$ 42 bilhões.

O jornal O Estado de S. Paulo apurou que, para compensar eventuais decepções, o governo concordou em distribuir 100% do lucro de R$ 9,5 bilhões do FGTS ao trabalhador.

As ações ON de BR Distribuidora lideram os maiores ganhos do Ibovespa, com alta em torno de 5,00%. A BR Distribuidora não é mais controlada pela Petrobras. A petroleira concluiu na terça-feira, 23, a oferta de vendas de ações (operação conhecida como follow-on) da subsidiária, em uma operação avaliada em cerca de R$ 9,6 bilhões, segundo fontes. A companhia reduziu sua fatia na maior distribuidora de combustíveis do País de 70,3% para 41%.

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