Marinho rechaça ‘tumulto’ por não vinda de Guedes à CCJ
Após ser dispensado pelos parlamentares da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, minimizou o fato de o colegiado ter se recusado ao ouvi-lo no lugar do ministro da Economia, Paulo Guedes. Questionado pelos jornalistas, ele disse não achar que a…

Após ser dispensado pelos parlamentares da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, minimizou o fato de o colegiado ter se recusado ao ouvi-lo no lugar do ministro da Economia, Paulo Guedes.
Questionado pelos jornalistas, ele disse não achar que a forma como a sessão foi conduzida e os últimos acontecimentos em torno da articulação sobre a reforma da Previdência sejam um “tumulto”. “Não vejo dessa forma”, respondeu.
A justificativa de Guedes para não comparecer à CCJ foi o fato de não haver um relator designado para a reforma da Previdência. “Para que a comissão funcione com normalidade, é necessário haver um relator”, acrescentou Marinho.
O presidente da CCJ da Câmara dos Deputados, Felipe Francischini (PSL-PR), disse que deve indicar o relator da reforma da Previdência na comissão ainda nesta semana. Governo e oposição firmaram um novo acordo para que Guedes compareça à CCJ no dia 3 de abril – quarta-feira da próxima semana.
Posts Relacionados

STM deve deixar para 2027 julgamento da perda de patente de Bolsonaro e de quatro militares

SUS testa inteligência artificial que identifica doenças de pele com 80% de acerto

Orlando Luz e Rafael Matos garantem vaga no ATP Finals e quebram jejum de 43 anos do Brasil
