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Dólar forte no exterior pesa contra real e supera R$ 5,30 na máxima intraday

O dólar sobe no início da sessão desta segunda-feira, em linha com o comportamento no exterior, onde a moeda ganha força ante a maioria das pares do real. Os juros longos dos Treasuries passaram a subir depois de uma abertura em queda. Por causa do IGP-10 salgado, ganham importância os bastidores das reuniões trimestrais de diretores do Banco Central com economistas de São Paulo ao longo desta segunda-feira. O Ibovespa futuro abriu em queda, também em linha com o mercado internacional. As bolsas na Europa e os índices futuros de Nova York recuam neste início de manhã.

Na Europa, assim como em alguns mercados da Ásia, é predominante a preocupação com o agravamento da pandemia por covid-19. O aumento de casos fez Cingapura e Taiwan retomarem medidas restritivas à circulação das pessoas.

Na agenda do Congresso Nacional nesta segunda-feira, é aguardada a leitura do parecer sobre a reforma administrativa.

Sobre política monetária nos Estados Unidos, os agentes econômicos estão bastante atentos a quaisquer sinais sobre eventual fim do ciclo de relaxamento monetário do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA). Para analistas do DZ Bank, o presidente da instituição, Jerome Powell, deve anunciar os planos para começar a retirada de estímulos em agosto deste ano.

Mais cedo, a distrital do Federal Reserve em Nova York divulgou que o índice de atividade industrial Empire State caiu de 26,3 em abril para 24,3 em maio. O resultado ficou abaixo da previsão de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam queda a 24,8 neste mês.

Divulgado hoje cedo pela FGV, o IGP-10 subiu 3,24% em maio, após ter aumentado 1,58% em abril. O resultado ficou acima do teto das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Estadão/Broadcast (3,11%).

Às 9h22 desta segunda, o retorno da T-note de 2 anos estava em queda, a 0,1451%, o da T-note de 10 anos subia a 1,6335%. O dólar à vista subia 0,38% aos R$ 5,2913 após marcar máxima aos R$ 5,3083 (0,71%). O futuro avançava 0,34% aos R$ 5,2975 após marcar máxima aos R$ 5,315 (0,67%). O índice DXY estava estável (0,01%).

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