Brela, para conhecer sem pressa
Um remanescente verde-abacate do comunismo a 45 quilômetros por hora na sua frente na pista única, sem chances de ultrapassagem. Vai acontecer na D8, a estrada litorânea secundária entre Split e Dubrovnik, na metade sul da Dalmácia, mas não fique nervoso: esta é uma das partes mais bonitas da costa croata, um caminho delineado por oliveiras, pinheiros, marinas, vilas, prainhas, ilhas e penhascos.


Brela é uma jóia de ambientes naturais intocados
Divulgação/Croatia.hr
Um remanescente verde-abacate do comunismo a 45 quilômetros por hora na sua frente na pista única, sem chances de ultrapassagem. Vai acontecer na D8, a estrada litorânea secundária entre Split e Dubrovnik, na metade sul da Dalmácia, mas não fique nervoso: esta é uma das partes mais bonitas da costa croata, um caminho delineado por oliveiras, pinheiros, marinas, vilas, prainhas, ilhas e penhascos.
Claro que as paradas nos recuos e mirantes vão render as melhores fotos, mas o cenário ajuda tanto que até cliques apressados de dentro do carro funcionam.
No trecho chamado Riviera Makarska estão cidades turísticas como Brela e Drasnice. Uma das lindas minipraias de Brela é Vrulja, de difícil acesso a pé e com uma parte dedicada ao naturismo. É caso de escolher na hora: ver as praias do alto, da estrada, e descer até as que parecerem mais promissoras. O Lago Baina, 70 quilômetros depois de Brela, vai parar o carro por você.
Tanto pela estrada secundária como pela autoestrada (A1 – E65) é preciso passar por alguns quilômetros de Bósnia e Herzegovina – portanto, parar em fronteiras.
Sim, leva tempo. O caminho alternativo é até um pouco menor que o principal (214 contra 229 quilômetros), mas entre paradas para fotos, trechos urbanos, fronteiras e carros comunistas, a viagem dura mais de quatro horas. Isso sem contar as eventuais descidas para as praias.
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